domingo, 2 de dezembro de 2012
Primeiro Domingo do Advento (ano C)
«Vigiai e Orai em todo o tempo»
É com este convite que iniciamos um novo Ano Litúrgico e um novo tempo - o tempo do Advento.
O Advento, como período que antecede o Natal, reduz-se a quatro semanas.
Mas, o verdadeiro Advento não tem limites.
É tarefa de todo o ano e de cada dia.
É um desejo, uma atitude da alma.
O Advento é um dinamismo de vigilância e de espera em que sobressai a esperança, um valor de grande estímulo face a tanta rotina, desalento, cansaço e vistas curtas.
Todos precisamos urgentemente da esperança. Sem ela, não se pode sobreviver. Ela renova sempre, revitaliza, alimenta a ilusão e o compromisso.
É essa esperança que animou a tantas gerações de crentes aquela que nos desafia a nós em cada Advento.
Há quem veja no Advento um ótimo antídoto contra todas as formas de desmotivação, de pessimismo e de frustração, e proponha:
- Contra a velhice de espirito, a juventude do Advento.
- Contra o desalento crónico, a esperança do Advento.
- Contra o pessimismo generalizado, a ilusão do Advento.
- Contra a tristeza doentia, a alegria do Advento.
- Contra o cansaço agudo, o espirito do Advento.
- Contra a rotina inconsciente, a vigilância do Advento.
- Contra a incapacidade radical, a oração do Advento.
Jesus é a maior hipótese de esperança para que a humanidade inteira e cada um de nós possamos avançar.
É Ele que, diariamente, e de múltiplas maneiras e através de diferentes símbolos, como a sua Palavra, a comunidade, os sacramentos, os pobres, certos acontecimentos, a cruz de cada dia, Se aproxima de nós… que nos encontra de rastos pela rua, pelos caminhos… O Evangelho exprimiu-o com vigor: “Erguei-vos, levantai a cabeça, aproxima-se a vossa libertação!”
Este Advento convida-nos a caminhar pela vida de cabeça erguida e com a consciência tranquilha, ou seja, com dignidade.
Para isso, é imprescindível estar acordados, vigilantes e de boa saúde moral, porque com o espirito embotado não se vai a nenhum lado.
Por isso:
- Quando nos enchermos de projetos, é Advento.
- Quando acreditamos na utopia, é Advento.
- Quando temos fome e sede de justiça, é Advento.
- Quando trabalhamos pela paz, é Advento.
- Quando pedimos que venha a nós o Reino de Deus, é Advento.
- Quando esperamos um novo céu e uma nova terra, é Advento.
- Quando sofremos com paciência, é Advento.
- Quando semeamos o Evangelho, é Advento.
- Quando oramos para fortalecer o compromisso, é Advento.
- Quando dizemos: “Vinde, Senhor Jesus”, é Advento.
Oração
Deus Pai, nós acreditamos que Tu nos criaste por amor e nos chamas a amar.
Queremos responder com amor ao amor que tens por nós.
Aumenta a nossa fé, e ajuda-nos a preparar o nosso coração para Te acolher, vivendo o mandamento do amor.
Ámen
Compromisso para durante a semana
O Advento é tempo de conversão e de esperança.
Provavelmente, haverá zonas da nossa personalidade dominadas pela materialidade e, portanto, fechadas a Deus.
Para esta semana devemos REZAR e pedir na nossa oração “Vinde Senhor Jesus”, pois ainda precisamos de aprender a maneira de agradar a Deus com toda a nossa vida.
domingo, 4 de novembro de 2012
Os Olhos
Odiava a todos, menos ao seu namorado que a amava muito.
Um dia, conseguiu um par de olhos sãos, operaram-na e pôde ver.
Quando o conseguiu, o namorado perguntou-lhe se ela se casaria com ele, ao que ela respondeu que não, porque reparou que ele era cego.
O namorado, triste, compreendeu-a e despediu-se da sua vida.
Na sua partida deixou-lhe esta nota:
«Somente te peço que cuides muito bem dos meus olhos pois ofereci-tos e agora são os teus.
Amo-te».
Hoje, antes de dizeres algo destrutivo, pensa nos que não podem falar;
Antes de te queixares do sabor da tua comida, pensa naqueles que não têm de comer;
Antes de te queixares do teu marido ou da tua esposa, pensa naqueles corações solitários e tristes que esperam uma companhia;
Antes de te queixares dos teus filhos, pensa em quem não os tem e os deseja;
Quando estiveres cansado e resmungares pelo trabalho, pensa nos milhões que estão desempregados e queriam o teu;
Antes de apontares com o dedo, e começares a julgar, recorda que todos cometemos erros, e continuaremos a fazê-lo.
E quando o cansaço e as trevas te quiserem dominar e encher-te de pensamentos negativos e destruidores, SORRI!
SORRI e dá graças a DEUS, porque estás vivo e ainda andas por aqui.
Esta vida não é eterna para ninguém.
É uma graça, uma aventura, uma celebração, uma bela viagem.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
A vida continua
Novembro é o mês em que se recordam os que já partiram deste mundo.
Mas será a morte um fim ou uma passagem?
Eis a resposta de Santo Agostinho.
«A morte não é nada.
Eu somente passei para o outro lado do caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês, eu continuo vivo.
Dêem-me o nome que sempre me deram, falem comigo como sempre fizeram.
Vocês continuam a viver no mundo das criaturas, eu estou a viver no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene ou triste, continuam a rir daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
A vida significa tudo o que sempre significou, o fio não foi cortado.
Por que deveria eu estar fora dos vossos pensamentos, agora que estou apenas fora das vossas vistas?
Eu não estou longe, estou apenas do outro lado do caminho.
Vocês que aí ficaram, sigam em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi».
Mas será a morte um fim ou uma passagem?
Eis a resposta de Santo Agostinho.
«A morte não é nada.
Eu somente passei para o outro lado do caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês, eu continuo vivo.
Dêem-me o nome que sempre me deram, falem comigo como sempre fizeram.
Vocês continuam a viver no mundo das criaturas, eu estou a viver no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene ou triste, continuam a rir daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
A vida significa tudo o que sempre significou, o fio não foi cortado.
Por que deveria eu estar fora dos vossos pensamentos, agora que estou apenas fora das vossas vistas?
Eu não estou longe, estou apenas do outro lado do caminho.
Vocês que aí ficaram, sigam em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi».
Imagens tiradas do blog Amiguinhos de Jesus
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Todos os Santos
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Dia de Todos os Santos
Nesta quinta-feira, dia 01 de novembro, a igreja celebra o dia de todos os santos. Este dia, a Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos.
Imagens tiradas do blog Ser Mais
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Todos os Santos
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Decálogo da Santidade
No dia 1 de Novembro celebra-se o dia de Todos os Santos.
Por isso surgo a leitura destas dez belas propostas.
1- Sede santos por opção e não por distração.
2- Sede santos do quotidiano, nas tarefas e ocupações de cada dia, e não só em momentos heroicos ou eufóricos.
3- Sede santos dentro do mundo do nosso tempo: amai-o com as suas belezas e potencialidades, com as suas crises e misérias.
4- Sede santos da gratuidade, da doação e do serviço que não tem preço nas cotações da Bolsa.
5- Sede santos que se deixam habitar pelo mistério e pela santidade de Deus, e não turistas da santidade que só a veem e admiram de longe nos outros.
6- Sede santos em comunidade e em família; uns com os outros, uns para os outros, ajudando a dar passos em frente.
7- Sede santos penitentes, humildes, conscientes de que «Deus é sempre maior».
8- Sede santos protagonistas de uma humanidade exemplarmente assumida e vivida: santos plenamente homens, cuja santidade enriquece e embeleza a sua humanidade.
9- Sede santos de amor puro, verdadeiro, casto, fiel, alegre e sorridente.
10- Sede santos da alegria e da esperança, que ajudam a descobrir as belezas do caminho e possibilidades de vida nova.
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Decálogo
domingo, 28 de outubro de 2012
Chiara Luce
Esta jovem faleceu há 21 anos com apenas 19 anos de idade.
Suportou o sofrimento com amor, serenidade, paz e fé.
Foi beatificada por Bento XVI.
Chiara nasceu em 1971 numa pequena cidade a norte de Itália, filha única de Ruggero e Maria Teresa Badano. Apaixonou-se muito cedo pelo canto, dança, natação e ténis. Mas gostava sobretudo do mar e da montanha.
Em 1981, com apenas 10 anos, conheceu o movimento Focolari.
Desde então colocou Jesus no centro da sua vida: missa quotidiana, oração e apostolado junto dos amigos. Era uma jovem bonita, cheia de vida, dinâmica. Queria ser uma cristã coerente na família, com os amigos, com os mais pobres.
«Ainda me resta o coração»
No verão de 1988, quando a jogava ténis, sentiu uma dor forte nas costas. O mal piorou. Os médicos diagnosticaram um tumor nos ossos. Chiara foi submetida a uma operação, mas sem sucesso e deixou de andar.
Durante a doença, repetia sem cessar: «Por ti, Jesus, se Tu queres, também eu quero!» apesar de um tratamento doloroso, conservou o sorriso.
Recusou tomar morfina, para assim manter as capacidades mentais e concentrar-se no «essencial»: oferecer o seu sofrimento pela Igreja, pelos descrentes, pelo movimento Focolari e pelas missões.
Dizia ela: «Ainda me resta o coração e, mesmo se não tiver mais nada, ainda posso amar».
Durante o tempo em que esteve doente, correspondeu-se com Chiara Lubich, a fundadora do movimento dos Focolari.
Esta animava-a a suportar tanto sofrimento, humanamente sem esperança, unindo-se a Cristo que também passou pela paixão antes de chegar à Páscoa.
Chiara morreu a 7 de Outubro de 1990, após uma noite muito dolorosa.
No funeral estiveram mais de duas mil pessoas.
O bispo que presidiu ao funeral disse: «Eis o fruto da família cristã, de uma comunidade de cristãos. Ela transformou estes dois anos de sofrimento em amor».
Todos os anos, no aniversário da sua morte, o seu túmulo cobre-se de flores.
E de toda a parte chegam mensagens de jovens, para quem o testemunho de Chiara Luce foi uma luz que iluminou as suas vidas.
No dia 25 de setembro de 2010, 25.000 pessoas assistiram à sua beatificação no Santuário do Divino Amor, perto de Roma.
A sua festa é celebrada a 29 de Outubro.
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Histórias de Santos
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
A mulher avarenta
Era uma vez um sábio que gostava de dar conselhos.
Muitas pessoas escutavam as suas sentenças e regressavam a sua casa com mais luz para as suas vidas.
Um dia, um homem veio ter com ele a queixar-se que tinha uma mulher muito avarenta.
O sábio mandou que, no dia seguinte, viesse acompanhado pela sua mulher.
Quando a mulher estava diante do sábio, este pôs-lhe diante do nariz, sem dizer palavra, um punho fechado.
A mulher, espantada, perguntou:
- O que quer dizer com isso?
- Imagina que o meu punho estava sempre assim; como o definirias?
- Seria uma mão deformada.
Então, o homem apresentou diante dos olhos da mulher a mão desta bem aberta e disse:
- E agora imagina que a minha mão estava sempre assim; como a definirias?
- Seria uma mão deformada.
O homem acrescentou:
- Disseste bem. Uma mão, para não ser deformada, deve saber guardar e também repartir.
A mão é deformada quando é tão aberta que gasta tudo e não sabe guardar nada para o dia de amanhã.
Mas é também deformada quando se mantém sempre tão fechada que não sabe partilhar, repartir, dar.
Haja mãos perfeitas.
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Reflexão
domingo, 7 de outubro de 2012
Diversidade de dons e um só espírito
Em certa ocasião, as cores começaram a discutir, pois cada uma queria ser a mais importante.
O verde alegava que era a cor da vida e da esperança e a mais espalhada na natureza.
O azul reivindicava ser a cor da água e do céu, do mar e da paz.
O amarelo dizia ser a cor da alegria, do sol e da vitalidade.
O laranja pretendia ser a cor da saúde, da vitamina e da força.
O vermelho sublinhava a sua força e valor, a sua paixão e o seu fogo.
A púrpura afirmou que era a cor da nobreza e do poder.
O anil fazia notar que era a cor do silêncio, da reflecção, da oração e do pensamento profundo.
A chuva, que estava a ver a disputa, interveio com toda a sua força.
As cores aconchegaram-se entre si, e fundiram-se umas nas outras.
Quando a chuva parou, abriram-se num arco-íris e todas e cada uma delas luziu a sua beleza e caíram na conta da beleza do conjunto.
Apesar das nossas diferenças, fraquezas, falhas e teimosias, podemos alcançar um caminho de felicidade, beleza e plenitude se dermos espaço à união.
Se, pelo contrário, quisermos fazer união apenas com aqueles que julgam não ter defeitos, jamais a construiremos.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Celebrar o Ano da Fé
O Papa Bento XVI convida-nos a iniciar a celebração do Ano da Fé a 11 de Outubro, dia em que comemoramos os 50 anos do início do Concílio Vaticano II.
As bodas de oiro do início do Concílio, constituem ocasião providencial para dar começo a um ano que o Papa chamou “Ano da Fé”.
Ano para refletir sobre a Fé, para pedir a Fé, para evangelizar a Fé no coração de muitos, para procurar ter uma Fé mais adulta, mais amadurecida, mais culta.
Uma Fé mais evangélica, que impregne toda a vida e nos ajude a viver com mais intensidade a adesão a Deus, à sua Palavra, ao seu Amor.
Por feliz coincidência, o ano da Fé tem também como base de reflexão e de estudo os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica pelo Papa João Paulo II.
Ler o Catecismo, estudá-lo, rever os seus ensinamentos será excelente ocasião para amadurecer a Fé e fazê-la crescer em nós.
A Fé tem que estar em comunhão com a vida, com a inteligência, com a vontade, com o coração.
Uma fé adulta não admite superstição, bruxaria, espiritismo, artes diabólicas.
Fé não significa só acreditar em verdades, em dogmas, não se pode fixar só em rezar o Credo.
A Fé, se é verdadeiro, passa e embebe a vida toda, compromete o nosso ser e nosso coração, ilumina a inteligência e faz-nos pensar como Jesus Cristo.
A Fé adulta está ligada à esperança e à caridade.
As três virtudes fazem um conjunto unido e harmónico.
Daí que a Fé leva a viver em ardente esperança e em caridade sem limites.
Uma vida de fé em que tudo nos fala de Deus e do seu amor.
E a Fé viva leva-nos à evangelização apaixonada e apaixonante, pois desejamos que todos conheçam Jesus e o seu Evangelho, a sua Vida e o seu Amor.
O Concilio Vaticano II, que teve início a 11 de Outubro de 1962, foi um novo Pentecostes para a vida da Igreja.
Os seus ensinamentos e os seus documentos continuam a ter uma contínua atualidade e encanto doutrinal e eclesial.
Precisamos de ler e estudar com cuidado os ensinamentos conciliares e perceber quanto nos enriquecem a fé e a vida.
Precisamos de assimilar a sua doutrina e de a colocar em prática, no quotidiano da vida pessoal e comunitária, pois ainda não vivemos a sério e com audácia o que o Concilio nos ensinou.
Por outro lado temos diante de nós um Ano da Fé para saborear mais e melhor todas as maravilhas que o Catecismo da Igreja Católica nos ensina.
Muitos de nós nunca lemos ou refletimos sobre o Catecismo de um modo cuidado e sério.
É o momento oportuno de em particular, em família, em grupo cristão, em movimento apostólico, em grupos paróquias nos debruçamos a ler, a estudar as riquezas do Catecismo.
Somos um povo piedoso mas pouco culto. Daí que este Ano da Fé, com os textos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica, nos pode ser a todos de grande utilidade.
Todos precisamos de mais conhecimentos, de pensar de um modo mais evangélico, de ter sentimentos mais eclesiais, atitudes mais de acordo com a Palavra de Deus e o Magistério da Igreja.
Desejo a todos como cristãos a sério, saibam viver o Ano de Fé com muito encanto, muita paixão por Jesus e pela sua Igreja.
O símbolo que acompanha o novo ANO de FÉ é representado por um barco.
Se repararem com mais atenção percebem que o mastro deste barco é uma cruz, onde são içadas as velas, formando assim o trigrama do nome de Cristo (IHS).
Ao fundo, na imagem, apresenta-se um sol, símbolo associado à Eucaristia.
Se olharmos este barco como sendo a nossa própria vida, podemos interpretar que este só poderá ser conduzido com muita fé e confiança em Jesus, não nos deixando desanimar pelas dificuldades do quotidiano, mas procurando sempre aumentar a nossa fé!
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Ano da Fé
domingo, 30 de setembro de 2012
Teresa de Lisieux
Teresa Martin nasceu no ano de 1873 em Alenson (França).
Recebeu a educação no Convento Beneditino de Lisieux.
O exemplo da sua irmã Paulina, ao ingressar na Ordem das Carmelitas, levou a pequena Teresa a pedir para entrar no convento quando tina apenas nove anos. Logicamente que não era possível.
Teresa, aos 14 anos, pediu mais uma vez para entrar. Como lho proibissem por causa da idade, foi a Roma pediu ao Papa Leão XIII a necessária autorização. Os seus desejos tornaram-se realidade 1888, tinha ela 15 anos.
Fez a profissão religiosa como Carmelita em 1890. De saúde frágil, uniu os seus sofrimentos à paixão de Jesus e aceitou o inevitável sofrimento com um rosto sorridente.
Teresa queria ser santa e parecia-lhe ver uma distância muito grande entre ela e os santos. Descobriu que esse caminho consistia em ter uma confiança filiar em Deus, entregando-se a ele, como uma criança se abraça ao pescoço do pai ou se senta ao seu colo. Para Teresa, o caminho curto e direto era a «infância espiritual».
Embora não tenha saído do mosteiro, tinha presente no seu coração todos os povos que ainda não conhecem a Cristo. Por isso, foi declarada Padroeira das Missões.
Nas muitas incompreensões e na doença, manteve uma atitude de esperança e de serenidade.
Prometeu que, ao chegar ao céu, enviaria para a terra muitas rosas.
Morreu em 1897, apenas com 24 anos de idade, oferecendo a sua vida pela igreja.
A sua festa celebrasse a 1 de Outubro.
Oração das rosas
"Santa Teresinha do MENINO JESUS, modelo de humildade, confiança e de amor!
Do alto dos céus derrame sobre nós estas rosas que levas em teus braços:
A rosa da humildade para que vençamos nosso orgulho e aceitemos o Evangelho;
A rosa da confiança, para que nos abandonemos à vontade de DEUS;
A rosa do amor, para que abrindo nossa alma à graça Divina realizemos o único fim para o qual DEUS nos criou: Ama-Lo e fazer com que Ele seja Amado,
Tu que passas teu Céu fazendo o bem na Terra, ajuda-me nas necessidades e proteja-me contra todo o mal.
Amém."
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Histórias de Santos
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Oração de inicio de ano lectivo
'Senhor, neste novo ano letivo, quero pedir-te que me acompanhes nesta importante viagem do Conhecimento que agora recomeça.
Nestes tempos que são difíceis, nada poderemos sem a tua ajuda amiga.
Vem connosco pois em ti está a nossa esperança e confiança!
Tu que tudo sabes e tudo podes, ajuda-nos a aprender muito e bem na aventura da procura da Sabedoria.
Tu que és o Caminho, a Verdade e a Vida, vem comigo e com os meus colegas!
Tu que és o Alfa e o Ómega, auxilia-nos na descoberta da vida e do mundo!
Tu que és nosso amigo e nosso irmão, ensina-nos a cultivar os verdadeiros valores!
Que eu consiga ser feliz e realizar-me, com o meu empenho e responsabilidade!
Que o meu estudo e a minha vida seja um projecto de crescimento integral!
Que eu crie alicerces sólidos para o futuro e possa ajudar a construir um mundo melhor!
Abençoa os meus pais que se esforçam e se sacrificam tanto para que eu tenha as melhores oportunidades e possa ter uma vida melhor do que aquela que eles conseguiram!
Abençoa os meus professores no seu empenho e responsabilidade de ensinar para que eu aprenda mais e melhor e que eles sejam capazes de levar a cabo a sua missão de autênticos educadores!
Abençoa os funcionários do meu colégio que tudo fazem para que eu tenha as melhores condições de trabalho e qualidade de vida para que o meu esforço seja coroado de êxito.
Abençoa a Direção do Colégio e os Assessores que no dia a dia estão connosco na sua preocupação pedagógica e disciplinar e que procuram assegurar que tudo decorra pelo melhor para que eu tenha sucesso pessoal e académico.
Abençoa os meus colegas de turma e todos os demais alunos do Colégio, oriundos das mais variadas localidades das redondezas para que todos se empenhem e sejam responsáveis nas tarefas escolares!
Senhor, ilumina-nos, inspira-nos e guia-nos para que todos encaremos com entusiasmo o desafio do verdadeiro Conhecimento e da autêntica Sabedoria!
Que todos juntos sejamos uma grande e bonita família!
Que todos sintamos o Colégio como a nossa segunda casa!
Que todos sejamos felizes, amigos, justos e solidários!
Amen'.
Professor de EMRC Paulo Costa
Nestes tempos que são difíceis, nada poderemos sem a tua ajuda amiga.
Vem connosco pois em ti está a nossa esperança e confiança!
Tu que tudo sabes e tudo podes, ajuda-nos a aprender muito e bem na aventura da procura da Sabedoria.
Tu que és o Caminho, a Verdade e a Vida, vem comigo e com os meus colegas!
Tu que és o Alfa e o Ómega, auxilia-nos na descoberta da vida e do mundo!
Tu que és nosso amigo e nosso irmão, ensina-nos a cultivar os verdadeiros valores!
Que eu consiga ser feliz e realizar-me, com o meu empenho e responsabilidade!
Que o meu estudo e a minha vida seja um projecto de crescimento integral!
Que eu crie alicerces sólidos para o futuro e possa ajudar a construir um mundo melhor!
Abençoa os meus pais que se esforçam e se sacrificam tanto para que eu tenha as melhores oportunidades e possa ter uma vida melhor do que aquela que eles conseguiram!
Abençoa os meus professores no seu empenho e responsabilidade de ensinar para que eu aprenda mais e melhor e que eles sejam capazes de levar a cabo a sua missão de autênticos educadores!
Abençoa os funcionários do meu colégio que tudo fazem para que eu tenha as melhores condições de trabalho e qualidade de vida para que o meu esforço seja coroado de êxito.
Abençoa a Direção do Colégio e os Assessores que no dia a dia estão connosco na sua preocupação pedagógica e disciplinar e que procuram assegurar que tudo decorra pelo melhor para que eu tenha sucesso pessoal e académico.
Abençoa os meus colegas de turma e todos os demais alunos do Colégio, oriundos das mais variadas localidades das redondezas para que todos se empenhem e sejam responsáveis nas tarefas escolares!
Senhor, ilumina-nos, inspira-nos e guia-nos para que todos encaremos com entusiasmo o desafio do verdadeiro Conhecimento e da autêntica Sabedoria!
Que todos juntos sejamos uma grande e bonita família!
Que todos sintamos o Colégio como a nossa segunda casa!
Que todos sejamos felizes, amigos, justos e solidários!
Amen'.
Professor de EMRC Paulo Costa
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Oração
domingo, 24 de junho de 2012
O dinheiro é o laço do diabo

Corre entre o povo de algumas regiões do Brasil a história do laço do diabo.
Conta-se assim:
Era uma vez três rapazes que sempre ouviam uma voz que dizia:
-você já viu o laço do diabo?
Um dia iam os três por uma estrada fora quando encontraram no meio do caminho uma nota muito grande.
Um deles apanhou aquela nota e qual não foi o seu espanto ao ver que atrás daquela vinha outra exactamente igual e depois outra, e outra, e outra…
Quando juntou todo aquele dinheirão disse para os colegas:
-Agora um de vós vai comprar um litro de cachaça para comemorarmos este rico achado.
Um deles foi mas, pelo caminho, começou a pensar:
-Todo aquele dinheirão pode ser meu se eu envenenar a cachaça. Eles beberão e morrerão.
Os outros dois que ficaram combinaram:
-Quando ele chegar vamos matá-lo e dividir o dinheiro a meias.
Quando chegou o da cachaça os outros dois caíram em cima dele e mataram-no.
No fim, para comemorar o facto, resolveram beber a cachaça mas acabaram por morrer envenenados.
Assim os três caíram no laço do diabo que é o EGOÍSMO.
Cada um pensava em si e não nos outros.
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Pequenas Histórias
terça-feira, 12 de junho de 2012
Os dias já tiveram 25 horas…
Um dia todos os Santos Doutores da corte celestial reuniram-se no céu para resolver um problema que muito os afligia.
O problema era este: na terra as pessoas não tinham tempo para rezar.
Que fazer para resolver este problema?
É que, afirmavam eles depois de o terem pregado e escrito nos seus livros enquanto viveram no mundo, a oração é tão necessária para a alma como o ar que respiramos para a vida ou o pão para a boca.
Após muito diálogo e sugestões, decidiu-se que um deles, o presidente da reunião, fosse pedir a Deus, senhor do tempo, que, a título de experiência, prolongasse o dia, acrescentando-lhe mais uma hora.
Assim com um dia de 25 horas e não de 24, as pessoas certamente teriam mais tempo para rezar.
Perante o zelo dos Santos Doutores, Deus concordou mas só a título de experiência e por um certo período de tempo.
Para ver como as pessoas reagiram a esta bondade de Deus em prolongar o tempo, alguns Santos Doutores deslocaram-se à terra, sob a forma humana, para ouvir as suas reacções.
Todos acharam a ideia magnífica.
Os homens de negócios tiveram mais tempo para multiplicar os contactos comerciais e assim ganhar mais dinheiro;
Os operários, trabalhavam mais uma hora e viam o seu salario aumentado;
Os desportistas treinavam mais uma hora por dia e assim subiu o nível das competições;
Os amigos da vida nocturna desfrutaram de mais uma hora para a sua boémia;
As pessoas amigas das telenovelas deram graças a Deus por poder passar mais uma hora diante da televisão;
Os preguiçosos deliciaram-se com mais uma hora de sono;
Os que estavam de férias acharam a ideia estupenda porque assim podiam descansar mais uma hora e bronzear melhor a pele, na praia…
De regresso ao céu aquela comissão de Santos doutores reuniu-se com os que tinham ficado e expuseram com tristeza o que se tinha passado com essa hora extra que servia para tudo menos para rezar.
É certo que algumas pessoas a tinham aproveitado para se unir mais a Deus. Mas essas… eram os que não precisavam da hora extra porque já sentiam necessidade de rezar mesmo com o dia normal de vinte e quatro horas.
Foram ter com Deus e contaram-lhe tudo o que tinha acontecido.
Deus concordou com eles e concluindo: a oração não é uma questão de tempo, mas de amor. Quando se ama alguém, há sempre tempo para estar na sua companhia.
E acrescentou: mesmo que eu fizesse os dias de trinta ou quarenta horas ainda haveria muita gente a queixar-se “não tenho tempo para rezar”, o que quer dizer não amo a Deus acima de todas as coisas.
A partir desse momento, foi anulada a vigésima quinta hora do dia porque não cumpria a finalidade para que tinha sido criada.
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Pequenas Histórias
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Ser Criança é...
Ter medo do escuro...
Acreditar que tudo é possível...
Desejar tudo o que se vê...
Querer saber o porquê de tudo...
Olhar e não ver o perigo...
Fazer amigos antes de saber o nome deles...
Querer reinar no sol e rolar nas nuvens...
Acreditar que tem um amigo invisível...
Ver a vida com olhos de inocência...
Estar de mãos dadas com a vida.
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Dia da Criança
domingo, 27 de maio de 2012
Os frutos do Espírito Santo
Os frutos do Espirito Santo são perfeições que o Espirito Santo forma em nós, como primícias da glória eterna. A tradição da Igreja, (inspirada num enxerto da Carta aos Gálatas Gal.5,22-23) enumera doze:
Caridade, Alegria, Paz, Paciência, Bondade, Longanimidade, Benignidade, Mansidão, Fé ou Fidelidade, Modéstia, Temperança e Castidade.
Podemos mencionar alguns frutos da Criação, de modo que eles nos evoquem recordem os doze frutos do Espirito santo. Mas para colher e acolher os frutos do Espirito Santo, aprendamos também a lição dos frutos da terra. Num caso, como noutro, «pelos frutos se conhece a árvore» (Mt.7,20), disse o Mestre.
1. Caridade – Morangos
A caridade ou o amor é o primeiro fruto do Espirito Santo. É o vínculo da perfeição e a plenitude da Lei.
Os morangos são como que os vegetais corações das coisas, sinais da cor e do amor… do amor de Deus derramado em nossos corações, pelo Espirito Santo.
2. Alegria – Uvas
A alegria é um fruto semeado e plantado na vinha cavada no nosso coração.
As uvas é o precioso fruto do qual se faz o bom vinho, que alegra o coração do Homem.
O vinho, que quanto mais velho, mais guarda as virtudes do sabor e do gosto.
O Espirito dá-nos uma tal alegria que resiste ao tempo, é completa e ninguém mais no-la poderá tirar.
3. Paz – Azeitonas
A paz, anunciada no ramo de oliveira dos tempos de Noé é o fruto primeiro da Páscoa do Senhor.
A azeitona é apresentada no ramo pendurada, suspensa no bico da pomba… do Espirito.
Ela fala-nos da remotíssima interpenetração dos reinos minerais, vegetais e animais. Onde Deus, o Homem e a Criação repousam juntos.
«Dorme meu menino, que a mãezinha logo vem… Paz é saber que todos se amam e se querem bem».
4. Paciência – Nozes
A paciência é o fruto mais procurado no mercado da vida diária que tanto e sempre nos consome.
As nozes, é fruto que dura todo o ano, mulher de dentro de casa, dura por fora, doce por dentro, não tem presa, não tem voz. Espera sempre por nós. Ensina-nos a paciência, a demora, entre a apanha e o sabor.
5. Bondade – Pêssego (peludo)
Bondade. Só um é bom, disse de si o próprio Jesus a um jovem preso ao seu olhar.
O pêssego tem a ternura de veludo macio.
O pêssego sabe que é preciso, porque o coração do homem anda vazio e a bondade já não mora na nossa face.
6. Longanimidade – Ananás
Longanimidade. Coração grande, alma cheia.
Aí está o ananas. Veio das terras de longe e traz uma mensagem quente de amor e a mistura viva do sangue da negritude e da sujeição… no largo espaço do perdão.
7. Benignidade – Laranja
Benignidade, que só vê e faz o bem, como o olhar puro da infância.
As laranjas antes de serem fruto, são mistério de perfume da infância.
Sol que é sumo de ouro refrescante no deserto das nossas vidas.
8. Mansidão – Cereja
Mansidão. Manso de coração, o Mestre deixa-se «comer» na Ceia e entrega-se em sacrifício na cruz, de braços abertos para o perdão.
As cerejas de pele lisa, deixam-se comer na generosa partilha dos pardais.
Comem-se no sossego dos portais de granito, quando a amizade passa de mão em mão…
9. Fidelidade (Fé) – Maçã
Fé e fidelidade são frutos da mesma raiz.
E a maçã que foi tentação e desvio, volta, para ser presença quotidiana e humilde em casa de pobres e ricos.
Fidelidade de todas as horas e dias.
10. Modéstia – Amêndoa
Modéstia. Para a dizer e ensinar quem como a amêndoa?
Dela sabemos o gosto austero e a dura condição.
Só a vê quem tem olhos limpos e conhece o valor dos pequenos gestos do coração.
11. Temperança – Limão
Temperança, doçura que não se desfaz, acidez sem veneno que não mata.
Limão que é amargo e doce. Meu limão, meu limoeiro, minha sombra no jardim, fruto ácido, doce cheiro, és Espirito para mim.
12. Castidade – Castanha
Castidade, olhos puros de água cristalina, desejo de amor, sem vício da posse e do uso.
A castanha friorenta, agasalhada em roupas espinhosas e flanelas macias, vem no tempo das primeiras chuvas e traz o cheiro da terra molhada e fecunda.
Quer ser dádiva, segredo, certeza de que não estamos sós.
Por isso se mantém pura e resguardada para as núpcias da terra com o céu.
O mais importante é gostar dos frutos por eles serem o que são: química que não se cansa, transformação, dádiva, promessa de eterno regresso, certeza de que não estamos sós. Vêm todos os anos como Cristo, agora e sempre e em cada dia, na força do Espirito, no Pão e no Vinho da Eucaristia.
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Pentecostes/Espírito Santo
sábado, 26 de maio de 2012
Espirito Santo (atividades)
Dons do Espírito Santo
- Sabedoria
Para escolher fazer o bem e não o mal.
- Entendimento (inteligência ou discernimento)
Para conhecer as coisas como são e não como aparecem.
- Ciência (conhecimento)
Para conhecer sempre o que se deve fazer.
- Conselho
Para conhecer como agradar a Deus.
- Fortaleza
Para vencer todo o mal e tentação.
- Piedade
Para comportar-se diante de todos com justiça.
- Temor de Deus
Para conhecer, agradar e fazer sempre a vontade de Deus.
Solução
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Pentecostes/Espírito Santo
Os Caminhos do Espírito Santo
Caminho de Fé
Caminho de Esperança
Caminho de Coragem
Caminho de Alegria
Caminho de Generosidade
Caminho de Lealdade
Caminho de Delicadeza
Caminho de Respeito
Caminho de Equilíbrio
Caminho de Conhecimento
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Pentecostes/Espírito Santo
domingo, 6 de maio de 2012
Maria...
Maria, tu és o anúncio;
Maria, tu és o prelúdio;
Maria tu és a aurora;
Maria tu és a vigília;
Maria, tu és a preparação imediata, que coroa e completa o desenvolvimento secular do plano divino da Redenção.
Paulo VI
Eu sou a videira e vós os ramos
Evangelho S. João 15,1-8
Naquele tempo, disse Jesus aos discípulos:
«Eu sou a verdadeira Cepa e o meu Pai é o agricultor.
Ele corta toda a vara que está em mim e não dá fruto, e limpa toda aquela que o dá, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, devido à Palavra que vos comuniquei.
Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós».
Como a vara não pode dar fruto por si mesma, se não permanecer na cepa, assim vós também não, se não permanecerdes em mim. Eu sou a Cepa e vós as varas.
Quando alguém permanece em mim e eu nele, esse é que dá muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em mim, é lançado fora, como a vara, e seca. A essas varas, apanham-nas, lançam-nas ao fogo, e elas ardem.
Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e ser-vos-á concedido.
A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tornareis meus discípulos.
(Arranjar um ramo de videira e colocar nele folhas verdes e cachos de uvas. As folhas e os cachos são feitos de cartolina e dependurados nos ramos.)
Era uma vez um agricultor que tinha uma vinha com muitas videiras.
Gostava muito de cada uma das videiras.
Por isso, tratava bem delas para que dessem bons frutos, boas uvas.
Antes de chegar a Primavera, ele pegava numa tesoura de podar e ia para a vinha.
A poda das videiras consiste em cortar os ramos secos e outros ramos que não servem para dar frutos.
E sabeis o que fazia a esses ramos cortados da videira?
Atava-os em molhos e depois levava-os para uma fogueira e eles ardiam.
Para nada mais serviam senão para fazer cinza.
E que acontecia aos ramos que estavam bem unidos à videira?
Esses começavam a dar folhas, depois flores e deliciosos frutos.
As uvas para o vinho. O vinho que é símbolo da alegria.
Jesus, um dia, contou esta história na natureza para nos falar de si próprio e de nós.
Vamos olhar para a videira…
1. Jesus é a Cepa
Na videira, quem é a Cepa?
A Cepa é Jesus.
A cepa da videira é muito importante porque é ela que com a sua seiva ou linfa alimenta os ramos.
Jesus tem uma vida nova de ressuscitado, que dá gratuitamente, pois veio para dar vida em abundância.
2. Nós somos as varas
Na videira quem são as varas ou ramos?
As varas somos todos nós.
As varas ou ramos que estão unidos à cepa ou tronco, esses recebem a seiva e darão bons cachos de uvas.
Nós devemos permanecer unidos a Jesus.
Se permanecermos unidos a ele, também daremos muitos e bons frutos.
3. Os muitos frutos
Quais os frutos que Deus espera de nós?
Deus espera que demos frutos como a oração, a amizade, o perdão, a bondade, a alegria, a paz, a ajuda, o respeito…
Os ramos que não dão frutos não servem para nada.
Não interessa muito palavreado, mas sim muita uva.
A grande alegria de Deus é que demos muitos frutos.
Para nossa alegria e para tornarmos os outros mais felizes.
Queremos permanecer unidos a Cristo como os ramos da videira estão unidos à cepa?
domingo, 29 de abril de 2012
O Bom Pastor
Jo 10,11-18
Naquele tempo, disse Jesus: «Eu sou o Bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas.
O mercenário, que não é pastor, nem sente que as ovelhas lhe pertencem, logo que vê vir o lobo abandona-as e afugenta-as; este homem é mercenário e não se importa com as ovelhas.
Eu sou o Bom Pastor, conheço as minhas ovelhas e elas conhecem-Me, do mesmo modo que o Pai Me conhece e Eu conheço o Pai.
Tenho outras ovelhas que não são deste redil e também a elas preciso de as conduzir.
Hão-de ouvir a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor».
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