domingo, 28 de outubro de 2012
Chiara Luce
Esta jovem faleceu há 21 anos com apenas 19 anos de idade.
Suportou o sofrimento com amor, serenidade, paz e fé.
Foi beatificada por Bento XVI.
Chiara nasceu em 1971 numa pequena cidade a norte de Itália, filha única de Ruggero e Maria Teresa Badano. Apaixonou-se muito cedo pelo canto, dança, natação e ténis. Mas gostava sobretudo do mar e da montanha.
Em 1981, com apenas 10 anos, conheceu o movimento Focolari.
Desde então colocou Jesus no centro da sua vida: missa quotidiana, oração e apostolado junto dos amigos. Era uma jovem bonita, cheia de vida, dinâmica. Queria ser uma cristã coerente na família, com os amigos, com os mais pobres.
«Ainda me resta o coração»
No verão de 1988, quando a jogava ténis, sentiu uma dor forte nas costas. O mal piorou. Os médicos diagnosticaram um tumor nos ossos. Chiara foi submetida a uma operação, mas sem sucesso e deixou de andar.
Durante a doença, repetia sem cessar: «Por ti, Jesus, se Tu queres, também eu quero!» apesar de um tratamento doloroso, conservou o sorriso.
Recusou tomar morfina, para assim manter as capacidades mentais e concentrar-se no «essencial»: oferecer o seu sofrimento pela Igreja, pelos descrentes, pelo movimento Focolari e pelas missões.
Dizia ela: «Ainda me resta o coração e, mesmo se não tiver mais nada, ainda posso amar».
Durante o tempo em que esteve doente, correspondeu-se com Chiara Lubich, a fundadora do movimento dos Focolari.
Esta animava-a a suportar tanto sofrimento, humanamente sem esperança, unindo-se a Cristo que também passou pela paixão antes de chegar à Páscoa.
Chiara morreu a 7 de Outubro de 1990, após uma noite muito dolorosa.
No funeral estiveram mais de duas mil pessoas.
O bispo que presidiu ao funeral disse: «Eis o fruto da família cristã, de uma comunidade de cristãos. Ela transformou estes dois anos de sofrimento em amor».
Todos os anos, no aniversário da sua morte, o seu túmulo cobre-se de flores.
E de toda a parte chegam mensagens de jovens, para quem o testemunho de Chiara Luce foi uma luz que iluminou as suas vidas.
No dia 25 de setembro de 2010, 25.000 pessoas assistiram à sua beatificação no Santuário do Divino Amor, perto de Roma.
A sua festa é celebrada a 29 de Outubro.
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Histórias de Santos
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
A mulher avarenta
Era uma vez um sábio que gostava de dar conselhos.
Muitas pessoas escutavam as suas sentenças e regressavam a sua casa com mais luz para as suas vidas.
Um dia, um homem veio ter com ele a queixar-se que tinha uma mulher muito avarenta.
O sábio mandou que, no dia seguinte, viesse acompanhado pela sua mulher.
Quando a mulher estava diante do sábio, este pôs-lhe diante do nariz, sem dizer palavra, um punho fechado.
A mulher, espantada, perguntou:
- O que quer dizer com isso?
- Imagina que o meu punho estava sempre assim; como o definirias?
- Seria uma mão deformada.
Então, o homem apresentou diante dos olhos da mulher a mão desta bem aberta e disse:
- E agora imagina que a minha mão estava sempre assim; como a definirias?
- Seria uma mão deformada.
O homem acrescentou:
- Disseste bem. Uma mão, para não ser deformada, deve saber guardar e também repartir.
A mão é deformada quando é tão aberta que gasta tudo e não sabe guardar nada para o dia de amanhã.
Mas é também deformada quando se mantém sempre tão fechada que não sabe partilhar, repartir, dar.
Haja mãos perfeitas.
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Reflexão
domingo, 7 de outubro de 2012
Diversidade de dons e um só espírito
Em certa ocasião, as cores começaram a discutir, pois cada uma queria ser a mais importante.
O verde alegava que era a cor da vida e da esperança e a mais espalhada na natureza.
O azul reivindicava ser a cor da água e do céu, do mar e da paz.
O amarelo dizia ser a cor da alegria, do sol e da vitalidade.
O laranja pretendia ser a cor da saúde, da vitamina e da força.
O vermelho sublinhava a sua força e valor, a sua paixão e o seu fogo.
A púrpura afirmou que era a cor da nobreza e do poder.
O anil fazia notar que era a cor do silêncio, da reflecção, da oração e do pensamento profundo.
A chuva, que estava a ver a disputa, interveio com toda a sua força.
As cores aconchegaram-se entre si, e fundiram-se umas nas outras.
Quando a chuva parou, abriram-se num arco-íris e todas e cada uma delas luziu a sua beleza e caíram na conta da beleza do conjunto.
Apesar das nossas diferenças, fraquezas, falhas e teimosias, podemos alcançar um caminho de felicidade, beleza e plenitude se dermos espaço à união.
Se, pelo contrário, quisermos fazer união apenas com aqueles que julgam não ter defeitos, jamais a construiremos.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Celebrar o Ano da Fé
O Papa Bento XVI convida-nos a iniciar a celebração do Ano da Fé a 11 de Outubro, dia em que comemoramos os 50 anos do início do Concílio Vaticano II.
As bodas de oiro do início do Concílio, constituem ocasião providencial para dar começo a um ano que o Papa chamou “Ano da Fé”.
Ano para refletir sobre a Fé, para pedir a Fé, para evangelizar a Fé no coração de muitos, para procurar ter uma Fé mais adulta, mais amadurecida, mais culta.
Uma Fé mais evangélica, que impregne toda a vida e nos ajude a viver com mais intensidade a adesão a Deus, à sua Palavra, ao seu Amor.
Por feliz coincidência, o ano da Fé tem também como base de reflexão e de estudo os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica pelo Papa João Paulo II.
Ler o Catecismo, estudá-lo, rever os seus ensinamentos será excelente ocasião para amadurecer a Fé e fazê-la crescer em nós.
A Fé tem que estar em comunhão com a vida, com a inteligência, com a vontade, com o coração.
Uma fé adulta não admite superstição, bruxaria, espiritismo, artes diabólicas.
Fé não significa só acreditar em verdades, em dogmas, não se pode fixar só em rezar o Credo.
A Fé, se é verdadeiro, passa e embebe a vida toda, compromete o nosso ser e nosso coração, ilumina a inteligência e faz-nos pensar como Jesus Cristo.
A Fé adulta está ligada à esperança e à caridade.
As três virtudes fazem um conjunto unido e harmónico.
Daí que a Fé leva a viver em ardente esperança e em caridade sem limites.
Uma vida de fé em que tudo nos fala de Deus e do seu amor.
E a Fé viva leva-nos à evangelização apaixonada e apaixonante, pois desejamos que todos conheçam Jesus e o seu Evangelho, a sua Vida e o seu Amor.
O Concilio Vaticano II, que teve início a 11 de Outubro de 1962, foi um novo Pentecostes para a vida da Igreja.
Os seus ensinamentos e os seus documentos continuam a ter uma contínua atualidade e encanto doutrinal e eclesial.
Precisamos de ler e estudar com cuidado os ensinamentos conciliares e perceber quanto nos enriquecem a fé e a vida.
Precisamos de assimilar a sua doutrina e de a colocar em prática, no quotidiano da vida pessoal e comunitária, pois ainda não vivemos a sério e com audácia o que o Concilio nos ensinou.
Por outro lado temos diante de nós um Ano da Fé para saborear mais e melhor todas as maravilhas que o Catecismo da Igreja Católica nos ensina.
Muitos de nós nunca lemos ou refletimos sobre o Catecismo de um modo cuidado e sério.
É o momento oportuno de em particular, em família, em grupo cristão, em movimento apostólico, em grupos paróquias nos debruçamos a ler, a estudar as riquezas do Catecismo.
Somos um povo piedoso mas pouco culto. Daí que este Ano da Fé, com os textos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica, nos pode ser a todos de grande utilidade.
Todos precisamos de mais conhecimentos, de pensar de um modo mais evangélico, de ter sentimentos mais eclesiais, atitudes mais de acordo com a Palavra de Deus e o Magistério da Igreja.
Desejo a todos como cristãos a sério, saibam viver o Ano de Fé com muito encanto, muita paixão por Jesus e pela sua Igreja.
O símbolo que acompanha o novo ANO de FÉ é representado por um barco.
Se repararem com mais atenção percebem que o mastro deste barco é uma cruz, onde são içadas as velas, formando assim o trigrama do nome de Cristo (IHS).
Ao fundo, na imagem, apresenta-se um sol, símbolo associado à Eucaristia.
Se olharmos este barco como sendo a nossa própria vida, podemos interpretar que este só poderá ser conduzido com muita fé e confiança em Jesus, não nos deixando desanimar pelas dificuldades do quotidiano, mas procurando sempre aumentar a nossa fé!
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Ano da Fé
domingo, 30 de setembro de 2012
Teresa de Lisieux
Teresa Martin nasceu no ano de 1873 em Alenson (França).
Recebeu a educação no Convento Beneditino de Lisieux.
O exemplo da sua irmã Paulina, ao ingressar na Ordem das Carmelitas, levou a pequena Teresa a pedir para entrar no convento quando tina apenas nove anos. Logicamente que não era possível.
Teresa, aos 14 anos, pediu mais uma vez para entrar. Como lho proibissem por causa da idade, foi a Roma pediu ao Papa Leão XIII a necessária autorização. Os seus desejos tornaram-se realidade 1888, tinha ela 15 anos.
Fez a profissão religiosa como Carmelita em 1890. De saúde frágil, uniu os seus sofrimentos à paixão de Jesus e aceitou o inevitável sofrimento com um rosto sorridente.
Teresa queria ser santa e parecia-lhe ver uma distância muito grande entre ela e os santos. Descobriu que esse caminho consistia em ter uma confiança filiar em Deus, entregando-se a ele, como uma criança se abraça ao pescoço do pai ou se senta ao seu colo. Para Teresa, o caminho curto e direto era a «infância espiritual».
Embora não tenha saído do mosteiro, tinha presente no seu coração todos os povos que ainda não conhecem a Cristo. Por isso, foi declarada Padroeira das Missões.
Nas muitas incompreensões e na doença, manteve uma atitude de esperança e de serenidade.
Prometeu que, ao chegar ao céu, enviaria para a terra muitas rosas.
Morreu em 1897, apenas com 24 anos de idade, oferecendo a sua vida pela igreja.
A sua festa celebrasse a 1 de Outubro.
Oração das rosas
"Santa Teresinha do MENINO JESUS, modelo de humildade, confiança e de amor!
Do alto dos céus derrame sobre nós estas rosas que levas em teus braços:
A rosa da humildade para que vençamos nosso orgulho e aceitemos o Evangelho;
A rosa da confiança, para que nos abandonemos à vontade de DEUS;
A rosa do amor, para que abrindo nossa alma à graça Divina realizemos o único fim para o qual DEUS nos criou: Ama-Lo e fazer com que Ele seja Amado,
Tu que passas teu Céu fazendo o bem na Terra, ajuda-me nas necessidades e proteja-me contra todo o mal.
Amém."
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Histórias de Santos
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Oração de inicio de ano lectivo
'Senhor, neste novo ano letivo, quero pedir-te que me acompanhes nesta importante viagem do Conhecimento que agora recomeça.
Nestes tempos que são difíceis, nada poderemos sem a tua ajuda amiga.
Vem connosco pois em ti está a nossa esperança e confiança!
Tu que tudo sabes e tudo podes, ajuda-nos a aprender muito e bem na aventura da procura da Sabedoria.
Tu que és o Caminho, a Verdade e a Vida, vem comigo e com os meus colegas!
Tu que és o Alfa e o Ómega, auxilia-nos na descoberta da vida e do mundo!
Tu que és nosso amigo e nosso irmão, ensina-nos a cultivar os verdadeiros valores!
Que eu consiga ser feliz e realizar-me, com o meu empenho e responsabilidade!
Que o meu estudo e a minha vida seja um projecto de crescimento integral!
Que eu crie alicerces sólidos para o futuro e possa ajudar a construir um mundo melhor!
Abençoa os meus pais que se esforçam e se sacrificam tanto para que eu tenha as melhores oportunidades e possa ter uma vida melhor do que aquela que eles conseguiram!
Abençoa os meus professores no seu empenho e responsabilidade de ensinar para que eu aprenda mais e melhor e que eles sejam capazes de levar a cabo a sua missão de autênticos educadores!
Abençoa os funcionários do meu colégio que tudo fazem para que eu tenha as melhores condições de trabalho e qualidade de vida para que o meu esforço seja coroado de êxito.
Abençoa a Direção do Colégio e os Assessores que no dia a dia estão connosco na sua preocupação pedagógica e disciplinar e que procuram assegurar que tudo decorra pelo melhor para que eu tenha sucesso pessoal e académico.
Abençoa os meus colegas de turma e todos os demais alunos do Colégio, oriundos das mais variadas localidades das redondezas para que todos se empenhem e sejam responsáveis nas tarefas escolares!
Senhor, ilumina-nos, inspira-nos e guia-nos para que todos encaremos com entusiasmo o desafio do verdadeiro Conhecimento e da autêntica Sabedoria!
Que todos juntos sejamos uma grande e bonita família!
Que todos sintamos o Colégio como a nossa segunda casa!
Que todos sejamos felizes, amigos, justos e solidários!
Amen'.
Professor de EMRC Paulo Costa
Nestes tempos que são difíceis, nada poderemos sem a tua ajuda amiga.
Vem connosco pois em ti está a nossa esperança e confiança!
Tu que tudo sabes e tudo podes, ajuda-nos a aprender muito e bem na aventura da procura da Sabedoria.
Tu que és o Caminho, a Verdade e a Vida, vem comigo e com os meus colegas!
Tu que és o Alfa e o Ómega, auxilia-nos na descoberta da vida e do mundo!
Tu que és nosso amigo e nosso irmão, ensina-nos a cultivar os verdadeiros valores!
Que eu consiga ser feliz e realizar-me, com o meu empenho e responsabilidade!
Que o meu estudo e a minha vida seja um projecto de crescimento integral!
Que eu crie alicerces sólidos para o futuro e possa ajudar a construir um mundo melhor!
Abençoa os meus pais que se esforçam e se sacrificam tanto para que eu tenha as melhores oportunidades e possa ter uma vida melhor do que aquela que eles conseguiram!
Abençoa os meus professores no seu empenho e responsabilidade de ensinar para que eu aprenda mais e melhor e que eles sejam capazes de levar a cabo a sua missão de autênticos educadores!
Abençoa os funcionários do meu colégio que tudo fazem para que eu tenha as melhores condições de trabalho e qualidade de vida para que o meu esforço seja coroado de êxito.
Abençoa a Direção do Colégio e os Assessores que no dia a dia estão connosco na sua preocupação pedagógica e disciplinar e que procuram assegurar que tudo decorra pelo melhor para que eu tenha sucesso pessoal e académico.
Abençoa os meus colegas de turma e todos os demais alunos do Colégio, oriundos das mais variadas localidades das redondezas para que todos se empenhem e sejam responsáveis nas tarefas escolares!
Senhor, ilumina-nos, inspira-nos e guia-nos para que todos encaremos com entusiasmo o desafio do verdadeiro Conhecimento e da autêntica Sabedoria!
Que todos juntos sejamos uma grande e bonita família!
Que todos sintamos o Colégio como a nossa segunda casa!
Que todos sejamos felizes, amigos, justos e solidários!
Amen'.
Professor de EMRC Paulo Costa
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