sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Oração de inicio de ano lectivo

'Senhor, neste novo ano letivo, quero pedir-te que me acompanhes nesta importante viagem do Conhecimento que agora recomeça.
Nestes tempos que são difíceis, nada poderemos sem a tua ajuda amiga.
Vem connosco pois em ti está a nossa esperança e confiança!
Tu que tudo sabes e tudo podes, ajuda-nos a aprender muito e bem na aventura da procura da Sabedoria.
Tu que és o Caminho, a Verdade e a Vida, vem comigo e com os meus colegas!
Tu que és o Alfa e o Ómega, auxilia-nos na descoberta da vida e do mundo!
Tu que és nosso amigo e nosso irmão, ensina-nos a cultivar os verdadeiros valores!
Que eu consiga ser feliz e realizar-me, com o meu empenho e responsabilidade!
Que o meu estudo e a minha vida seja um projecto de crescimento integral!
Que eu crie alicerces sólidos para o futuro e possa ajudar a construir um mundo melhor!
Abençoa os meus pais que se esforçam e se sacrificam tanto para que eu tenha as melhores oportunidades e possa ter uma vida melhor do que aquela que eles conseguiram!
Abençoa os meus professores no seu empenho e responsabilidade de ensinar para que eu aprenda mais e melhor e que eles sejam capazes de levar a cabo a sua missão de autênticos educadores!
Abençoa os funcionários do meu colégio que tudo fazem para que eu tenha as melhores condições de trabalho e qualidade de vida para que o meu esforço seja coroado de êxito.
Abençoa a Direção do Colégio e os Assessores que no dia a dia estão connosco na sua preocupação pedagógica e disciplinar e que procuram assegurar que tudo decorra pelo melhor para que eu tenha sucesso pessoal e académico.
Abençoa os meus colegas de turma e todos os demais alunos do Colégio, oriundos das mais variadas localidades das redondezas para que todos se empenhem e sejam responsáveis nas tarefas escolares!
Senhor, ilumina-nos, inspira-nos e guia-nos para que todos encaremos com entusiasmo o desafio do verdadeiro Conhecimento e da autêntica Sabedoria!
Que todos juntos sejamos uma grande e bonita família!
Que todos sintamos o Colégio como a nossa segunda casa!
Que todos sejamos felizes, amigos, justos e solidários!
Amen'.

Professor de EMRC  Paulo Costa

domingo, 24 de junho de 2012

O dinheiro é o laço do diabo



Corre entre o povo de algumas regiões do Brasil a história do laço do diabo. 
Conta-se assim:

Era uma vez três rapazes que sempre ouviam uma voz que dizia: 
-você já viu o laço do diabo

Um dia iam os três por uma estrada fora quando encontraram no meio do caminho uma nota muito grande. 
Um deles apanhou aquela nota e qual não foi o seu espanto ao ver que atrás daquela vinha outra exactamente igual e depois outra, e outra, e outra… 
Quando juntou todo aquele dinheirão disse para os colegas: 
-Agora um de vós vai comprar um litro de cachaça para comemorarmos este rico achado

Um deles foi mas, pelo caminho, começou a pensar:
-Todo aquele dinheirão pode ser meu se eu envenenar a cachaça. Eles beberão e morrerão
Os outros dois que ficaram combinaram: 
-Quando ele chegar vamos matá-lo e dividir o dinheiro a meias

Quando chegou o da cachaça os outros dois caíram em cima dele e mataram-no. 
No fim, para comemorar o facto, resolveram beber a cachaça mas acabaram por morrer envenenados. 
 
Assim os três caíram no laço do diabo que é o EGOÍSMO
Cada um pensava em si e não nos outros. 




terça-feira, 12 de junho de 2012

Os dias já tiveram 25 horas…





Um dia todos os Santos Doutores da corte celestial reuniram-se no céu para resolver um problema que muito os afligia.
O problema era este: na terra as pessoas não tinham tempo para rezar. 
Que fazer para resolver este problema? 
É que, afirmavam eles depois de o terem pregado e escrito nos seus livros enquanto viveram no mundo, a oração é tão necessária para a alma como o ar que respiramos para a vida ou o pão para a boca. 

Após muito diálogo e sugestões, decidiu-se que um deles, o presidente da reunião, fosse pedir a Deus, senhor do tempo, que, a título de experiência, prolongasse o dia, acrescentando-lhe mais uma hora. 
Assim com um dia de 25 horas e não de 24, as pessoas certamente teriam mais tempo para rezar. 
Perante o zelo dos Santos Doutores, Deus concordou mas só a título de experiência e por um certo período de tempo. 

Para ver como as pessoas reagiram a esta bondade de Deus em prolongar o tempo, alguns Santos Doutores deslocaram-se à terra, sob a forma humana, para ouvir as suas reacções. 
Todos acharam a ideia magnífica. 
Os homens de negócios tiveram mais tempo para multiplicar os contactos comerciais e assim ganhar mais dinheiro; 
Os operários, trabalhavam mais uma hora e viam o seu salario aumentado; 
Os desportistas treinavam mais uma hora por dia e assim subiu o nível das competições; 
Os amigos da vida nocturna desfrutaram de mais uma hora para a sua boémia; 
As pessoas amigas das telenovelas deram graças a Deus por poder passar mais uma hora diante da televisão; 
Os preguiçosos deliciaram-se com mais uma hora de sono; 
Os que estavam de férias acharam a ideia estupenda porque assim podiam descansar mais uma hora e bronzear melhor a pele, na praia… 

De regresso ao céu aquela comissão de Santos doutores reuniu-se com os que tinham ficado e expuseram com tristeza o que se tinha passado com essa hora extra que servia para tudo menos para rezar. É certo que algumas pessoas a tinham aproveitado para se unir mais a Deus. Mas essas… eram os que não precisavam da hora extra porque já sentiam necessidade de rezar mesmo com o dia normal de vinte e quatro horas. 

Foram ter com Deus e contaram-lhe tudo o que tinha acontecido. Deus concordou com eles e concluindo: a oração não é uma questão de tempo, mas de amor. Quando se ama alguém, há sempre tempo para estar na sua companhia. 
E acrescentou: mesmo que eu fizesse os dias de trinta ou quarenta horas ainda haveria muita gente a queixar-se “não tenho tempo para rezar”, o que quer dizer não amo a Deus acima de todas as coisas. 

A partir desse momento, foi anulada a vigésima quinta hora do dia porque não cumpria a finalidade para que tinha sido criada.




sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ser Criança é...



Ter medo do escuro...
Acreditar que tudo é possível... 
Desejar tudo o que se vê... 
Querer saber o porquê de tudo... 
Olhar e não ver o perigo... 
Fazer amigos antes de saber o nome deles... 
Querer reinar no sol e rolar nas nuvens... 
Acreditar que tem um amigo invisível... 
Ver a vida com olhos de inocência... 
Estar de mãos dadas com a vida. 




domingo, 27 de maio de 2012

Os frutos do Espírito Santo

smilie Os frutos do Espirito Santo são perfeições que o Espirito Santo forma em nós, como primícias da glória eterna. 
A tradição da Igreja, (inspirada num enxerto da Carta aos Gálatas Gal.5,22-23) enumera doze: 
Caridade, Alegria, Paz, Paciência, Bondade, Longanimidade, Benignidade, Mansidão, Fé ou Fidelidade, Modéstia, Temperança e Castidade. 

Podemos mencionar alguns frutos da Criação, de modo que eles nos evoquem recordem os doze frutos do Espirito santo. Mas para colher e acolher os frutos do Espirito Santo, aprendamos também a lição dos frutos da terra. Num caso, como noutro, «pelos frutos se conhece a árvore» (Mt.7,20), disse o Mestre. 

1. Caridade – Morangos 
A caridade ou o amor é o primeiro fruto do Espirito Santo. É o vínculo da perfeição e a plenitude da Lei. 
Os morangos são como que os vegetais corações das coisas, sinais da cor e do amor… do amor de Deus derramado em nossos corações, pelo Espirito Santo. 

2. Alegria – Uvas 
A alegria é um fruto semeado e plantado na vinha cavada no nosso coração. 
As uvas é o precioso fruto do qual se faz o bom vinho, que alegra o coração do Homem. 
O vinho, que quanto mais velho, mais guarda as virtudes do sabor e do gosto. 
O Espirito dá-nos uma tal alegria que resiste ao tempo, é completa e ninguém mais no-la poderá tirar. 

3. Paz – Azeitonas 
A paz, anunciada no ramo de oliveira dos tempos de Noé é o fruto primeiro da Páscoa do Senhor. 
A azeitona é apresentada no ramo pendurada, suspensa no bico da pomba… do Espirito. 
Ela fala-nos da remotíssima interpenetração dos reinos minerais, vegetais e animais. Onde Deus, o Homem e a Criação repousam juntos. 
«Dorme meu menino, que a mãezinha logo vem… Paz é saber que todos se amam e se querem bem». 

4. Paciência – Nozes 
A paciência é o fruto mais procurado no mercado da vida diária que tanto e sempre nos consome. 
As nozes, é fruto que dura todo o ano, mulher de dentro de casa, dura por fora, doce por dentro, não tem presa, não tem voz. Espera sempre por nós. Ensina-nos a paciência, a demora, entre a apanha e o sabor. 

5. Bondade – Pêssego (peludo) 
Bondade. Só um é bom, disse de si o próprio Jesus a um jovem preso ao seu olhar. 
O pêssego tem a ternura de veludo macio. 
O pêssego sabe que é preciso, porque o coração do homem anda vazio e a bondade já não mora na nossa face. 

6. Longanimidade – Ananás 
Longanimidade. Coração grande, alma cheia. 
Aí está o ananas. Veio das terras de longe e traz uma mensagem quente de amor e a mistura viva do sangue da negritude e da sujeição… no largo espaço do perdão. 

7. Benignidade – Laranja 
Benignidade, que só vê e faz o bem, como o olhar puro da infância. 
As laranjas antes de serem fruto, são mistério de perfume da infância. 
Sol que é sumo de ouro refrescante no deserto das nossas vidas. 

8. Mansidão – Cereja 
Mansidão. Manso de coração, o Mestre deixa-se «comer» na Ceia e entrega-se em sacrifício na cruz, de braços abertos para o perdão. 
As cerejas de pele lisa, deixam-se comer na generosa partilha dos pardais. 
Comem-se no sossego dos portais de granito, quando a amizade passa de mão em mão… 

9. Fidelidade (Fé) – Maçã 
Fé e fidelidade são frutos da mesma raiz. 
E a maçã que foi tentação e desvio, volta, para ser presença quotidiana e humilde em casa de pobres e ricos. 
Fidelidade de todas as horas e dias. 

10. Modéstia – Amêndoa 
Modéstia. Para a dizer e ensinar quem como a amêndoa? 
Dela sabemos o gosto austero e a dura condição. 
Só a vê quem tem olhos limpos e conhece o valor dos pequenos gestos do coração. 

11. Temperança – Limão 
Temperança, doçura que não se desfaz, acidez sem veneno que não mata. 
Limão que é amargo e doce. Meu limão, meu limoeiro, minha sombra no jardim, fruto ácido, doce cheiro, és Espirito para mim. 

12. Castidade – Castanha 
Castidade, olhos puros de água cristalina, desejo de amor, sem vício da posse e do uso. 
A castanha friorenta, agasalhada em roupas espinhosas e flanelas macias, vem no tempo das primeiras chuvas e traz o cheiro da terra molhada e fecunda. 
Quer ser dádiva, segredo, certeza de que não estamos sós. 
Por isso se mantém pura e resguardada para as núpcias da terra com o céu. 


O mais importante é gostar dos frutos por eles serem o que são: química que não se cansa, transformação, dádiva, promessa de eterno regresso, certeza de que não estamos sós. Vêm todos os anos como Cristo, agora e sempre e em cada dia, na força do Espirito, no Pão e no Vinho da Eucaristia. 



sábado, 26 de maio de 2012

Espirito Santo (atividades)


Dons do Espírito Santo 

- Sabedoria 
Para escolher fazer o bem e não o mal. 

- Entendimento (inteligência ou discernimento) 
Para conhecer as coisas como são e não como aparecem. 

- Ciência (conhecimento) 
Para conhecer sempre o que se deve fazer.

- Conselho 
Para conhecer como agradar a Deus. 

- Fortaleza 
Para vencer todo o mal e tentação. 

- Piedade 
Para comportar-se diante de todos com justiça. 

- Temor de Deus 
Para conhecer, agradar e fazer sempre a vontade de Deus. 








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