domingo, 15 de abril de 2012
Para onde vamos?
Um homem de negócios andava sempre muito ocupado.
Uma manhã carregando as malas, chamou um táxi, entrou apressado e pediu ao condutor:
- Leve-me depressa! A toda a velocidade!
O taxista, sem mais, arrancou a toda a velocidade pelas avenidas da cidade.
Passado algum tempo, o passageiro teve uma dúvida.
Voltou-se então para o taxista e perguntou-lhe:
- Eu disse-lhe para onde tenho de ir?
O taxista, tranquilamente, respondeu-lhe:
- Não, mas eu estou a andar o mais depressa possível.
Foi apenas isso que me pediu.
O homem de negócios andava sempre tão apressado, que nem chegou a dizer qual era a meta da sua viagem.
Esta história pode retratar a situação das pessoas que andam na vida a correr de um lado para o outro, mas que nunca se interrogam qual a meta para onde caminham.
Não sabem dizer de onde vimos e para onde vamos.
Jesus Cristo veio a este mundo para dar boas notícias que esclarecem o sentido da vida do homem neste mundo.
E uma dessas boas notícias é esta: vimos de Deus, que nos criou por amor, e vamos a caminho da eternidade.
Ele, com a sua vida, morte e ressurreição, abriu o caminho que leva à Casa de Deus.
Um bom motivo para se ser cristão é que, percorrendo o caminho que Jesus abriu, seguindo os seus passos, deixando-nos guiar pela bussola que é o seu Evangelho, chegaremos à meta tão desejada: a felicidade, a vida para sempre.
Quem segue a Cristo, sabe para onde vai e, por isso, a sua vida tem um sentido, uma meta.
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Pequenas Histórias
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Jesus no teu coração
Queres encontrar-te com Ele?... Procura-O no teu coração.
Queres vê-lo?... Olha para Ele que habita no teu coração.
Queres falar com Ele?... Adora-O no teu coração.
Queres contar-lhe as tuas coisas?... Conta-lhas no teu coração.
Não precisas de ir tão longe.
Porque O tens demasiado perto.
Dentro de ti mesmo.
Podes vê-Lo fechando os olhos.
Podes falar com Ele sem precisares de Palavras.
Podes adorá-Lo sem precisares de te ajoelhares.
Este foi o problema da Páscoa para Maria Madalena e para os discípulos.
Procuravam-no entre os mortos e Ele estava a brincar com as flores no jardim.
Procuravam-no entre os mortos e Ele estava a divertir-se com os vivos.
Buscavam-no no sepulcro e Ele estava já nos seus corações.
A Páscoa da Ressureição foi um verdadeiro jogar às escondidas de Deus com os homens.
Ressuscitou onde menos O podiam esperar.
Pensaram num morto; era impossível encontra-Lo porque estava vivo.
Observavam a escuridão do sepulcro e Ele estava a desfrutar o belo sol do jardim.
O que eles consideravam ‘tristeza’, era Ele a empurra-los para O descobrirem.
O que ele consideravam ‘vazio’, era Ele a empurra-los para O encontrarem.
Assim faz connosco.
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Reflexão
sábado, 7 de abril de 2012
Domingo de Páscoa
Evangelho S. João 20,1-9
No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi de manhãzinha, ainda escuro, ao sepulcro e viu a pedra retirada do sepulcro.
Correu então e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo que e disse Jesus amava -lhes:
«Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde o puseram».
Pedro partiu com o outro discípulo e foram ambos ao sepulcro.
Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo antecipou-se, correndo mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro.
Debruçando-se, viu as ligaduras no chão e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não com as ligaduras, mas enrolado à parte.
Entrou também o outro discípulo que chegara primeiro ao sepulcro: viu e acreditou.
Na verdade, ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.
As palavras do Evangelho
Não tinham entendido
Os apóstolos descobriram o túmulo vazio. Não compreenderam imediatamente que Jesus tinha ressuscitado. É a Escritura, a Bíblia, que os ajudará pouco a pouco a compreender e a crer nisto: Jesus deve passar pela morte para vencer a morte.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Sexta-feira santa B
Somente Tu…
«Onde poderia eu refugiar-me com a minha debilidade, com a minha negligência, com as minhas ambiguidades e inseguranças… senão em Ti, Deus dos pecadores comuns, quotidianos, cobardes, correntes?
Olha para mim, Senhor, vê a minha miséria.
A quem poderia dirigir-me senão a Ti?
Como poderia suportar-me a mim mesmo, se não soubesse que Tu me amparas, se não tivesse a experiência de que Tu és bom para comigo?
O meu pecado não é enorme; é tão quotidiano, tão comum, tão corrente que até pode passar despercebido… Porém, que tédio suscita a minha miséria, a minha apatia, a horrível mediocridade da minha boa consciência!
Somente Tu podes suportar tal coração.
Somente Tu tens ainda um amor paciente por mim.
Somente Tu és maior do que o meu pobre coração.
Deus santo, Deus justo, Deus que és a Verdade, a Fidelidade, a Sinceridade, a Justiça, a Bondade… tem compaixão de mim… Sou um pecador, porém, tenho um humilde desejo da tua misericórdia gratuita.
Tu não te cansas da tua paciência comigo.
Tu vens em meu auxílio.
Tu dás-me a força para começar sempre de novo, para esperar contra toda a esperança, para acreditar na vitória, na tua vitória em mim com todas as derrotas, que são as minhas».
Karl Rhaner
‘Orações da vida’
Desejo para este ano que o nosso beijo a Jesus Crucificado possa ser um pouco mais sincero e profundo.
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Semana Santa
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Quinta-feira Santa B
Quinta-feira Santa recordamos a Instituição da Eucaristia, aquele momento em que pegou no pão e o transformou no seu Corpo, pegou no cálice com vinho e o transformou no seu Sangue.
Esta verdade exige de nós FÉ, e esta fé é Ele que no-la dá.
É necessária humildade, para que a nossa mente reconheça que aquilo que era pão, agora é o seu Corpo, e o que era vinho agora é o seu Sangue.
O nosso ato de fé nesta grande verdade precisa de ser renovado constantemente e de ir sendo cultivado.
Quinta-feira Santa recordamos também um gesto que é expressão de amor.
Jesus amou os seus discípulos. E, agora que se aproxima o momento de deixá-los, quer deixar-lhes uma lembrança: um gesto simples que corre o risco de passar despercebido: põe-Se a lavar os pés aos seus discípulos. Como se quisesse dizer-lhes que o amor não consiste em grandes gestos; pelo contrário, muitas vezes traduz-se em pequenos sinais, humildes e singelos.
O gesto de Jesus significa eliminar toda a barreira ou diferença para chegar às pessoas com o amor mais fraterno, para curvar-se aos seus pés e estar disponível para as tarefas mais humildes.
Na Quinta-feira Santa é-nos dito que devemos ser servos dos outros.
“Servir” alguém é mudar a vida, mudar o ritmo de vida, não poder dispor dela, entrega-la.
Quando esta mudança se faz por amor, passa-se algo muito importante: encontra-se a felicidade.
O amor prevê o futuro para que o outro tenha a vida.
O amor tem uma lente «grande angular».
O amor não dá porque espera uma resposta; dá, porque o dar é a resposta.
Na Quinta-feira Santa ou melhor dito, HOJE fica estabelecido para os seguidores de Jesus que aquilo que Ele fez não é um exemplo para nós; é uma norma de comportamento que fixou: «para que aquilo que Eu fiz convosco, também vós o façais».
Ser seguidor de Jesus implica uma atitude de “lavar os pés” aos outros.
Esta verdade exige de nós FÉ, e esta fé é Ele que no-la dá.
É necessária humildade, para que a nossa mente reconheça que aquilo que era pão, agora é o seu Corpo, e o que era vinho agora é o seu Sangue.
O nosso ato de fé nesta grande verdade precisa de ser renovado constantemente e de ir sendo cultivado.
Quinta-feira Santa recordamos também um gesto que é expressão de amor.
Jesus amou os seus discípulos. E, agora que se aproxima o momento de deixá-los, quer deixar-lhes uma lembrança: um gesto simples que corre o risco de passar despercebido: põe-Se a lavar os pés aos seus discípulos. Como se quisesse dizer-lhes que o amor não consiste em grandes gestos; pelo contrário, muitas vezes traduz-se em pequenos sinais, humildes e singelos.
O gesto de Jesus significa eliminar toda a barreira ou diferença para chegar às pessoas com o amor mais fraterno, para curvar-se aos seus pés e estar disponível para as tarefas mais humildes.
Na Quinta-feira Santa é-nos dito que devemos ser servos dos outros.
“Servir” alguém é mudar a vida, mudar o ritmo de vida, não poder dispor dela, entrega-la.
Quando esta mudança se faz por amor, passa-se algo muito importante: encontra-se a felicidade.
O amor prevê o futuro para que o outro tenha a vida.
O amor tem uma lente «grande angular».
O amor não dá porque espera uma resposta; dá, porque o dar é a resposta.
Na Quinta-feira Santa ou melhor dito, HOJE fica estabelecido para os seguidores de Jesus que aquilo que Ele fez não é um exemplo para nós; é uma norma de comportamento que fixou: «para que aquilo que Eu fiz convosco, também vós o façais».
Ser seguidor de Jesus implica uma atitude de “lavar os pés” aos outros.
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Semana Santa
domingo, 1 de abril de 2012
Uma festa, muitos símbolos
As festividades da Páscoa cristã não são só num dia, nem numa semana, mas duram perto de 50 dias.
Aliás a Páscoa vive-se em cada domingo quando celebramos a eucaristia.
Para a viver mais intensamente, a Igreja serve-se de muitos símbolos.
Domingo de Ramos
Uma semana antes da Sua morte, Jesus entra festivamente em Jerusalém. Nesse dia, o povo aclamou-O nas ruas, agitando ramos de palmeira e oliveira e gritando «Hossana ao filho de David».
Hossana quer dizer «salvé».
Tal como naquele tempo, hoje o gesto de erguer e acenar com os ramos é um reconhecimento de que Jesus é o Rei e o Messias.
O Domingo de Ramos inaugura a Semana Santa.
Ceia
Na Quinta-Feira Santa relembra-se a última ceia de Cristo com Seus discípulos.
Nela, Jesus instituiu a Eucaristia, isto é, o pão e o vinho passaram a simbolizar o Seu corpo e o Seu sangue.
Naquela ceia, Jesus também constituiu os apóstolos como sacerdotes da nova relação (religião) com Deus, dizendo-lhes: «Fazei isto em memória de Mim.»
A Cruz e o cordeiro
A cruz é o grande símbolo da Sexta-Feira Santa.
Foi o meio da morte de Jesus, mas passou a ser o emblema da salvação que Ele trouxe com a Sua paixão.
Em muitas imagens, aparece um cordeiro na cruz. Ele simboliza Cristo.
«Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi imolado», escreveu o apóstolo Paulo aos habitantes de Corinto (1Cor 5, 7).
A Páscoa dos judeus, memorial da libertação da escravidão do Egipto, previa o rito da imolação de um cordeiro por família.
Na sua paixão e morte, Jesus revela-Se como o Cordeiro de Deus imolado para tirar os pecados do mundo.
A grande vigília
No Sábado Santo celebra-se Vigília Pascal.
Nela há vários símbolos.
O primeiro é o Círio Pascal. Trata-se de uma vela grande e grossa.
Acende-se pela primeira vez neste dia, e representa Cristo, que disse: «Eu sou a luz do mundo!»
Na vela estão a primeira e a última letras do abecedário grego – o alfa e o ómega –, que se referem também a Cristo, que afirmou: «Eu sou o princípio e o fim.»
No círio constam, ainda, os quatro algarismos do ano em curso, para lembrar a presença viva de Jesus, todos os dias.
Segue-se o símbolo da água.
É depositada na pia batismal e abençoada; depois, asperge-se com ela os fiéis.
A água é sinal do Batismo, que não é um banho, mas assinala o novo nascimento para a família de Deus, a Igreja.
Alude também à vitória sobre a morte: com Cristo, atravessamos o mar da morte – alusão à passagem do mar Vermelho pelo povo de Israel a sair da escravatura no Egipto – sem ficar lá.
E a água, que é garantia da vida, diz também que o Batismo é como uma nascente que alimenta a vida.
O ato de salpicar os fiéis com essa água quer dizer que os batizados são fontes de água viva para os demais.
Segue-se a leitura da Bíblia. Proclamam-se nove excertos, contando a História da Salvação.
A cada texto corresponde o canto de um poema sagrado, o salmo.
Antes da última leitura, entoa-se o Aleluia, que não se cantou durante a Quaresma.
Significa «Louvem!»; é um grande elogio.
O Aleluia é o cântico novo dos ressuscitados, porque a mão salvadora de Deus ressuscitou Jesus, livrou-O da morte e assegura-nos a mesma sorte.
As vestes brancas
No Domingo de Páscoa, solenidade da ressurreição de Jesus, toda a Igreja está em festa.
Também o templo, que é embelezado com flores abundantes.
As vestes do sacerdote são brancas.
São símbolo de alegria e de paz (não de um fantasma).
E o mais importante deste dia é o anúncio da ressurreição de Jesus na proclamação das leituras.
De facto, o que acontece para além da morte é uma das questões que mais angustia cada pessoa.
A este enigma, a Páscoa responde que a morte não tem a última palavra, porque no fim quem triunfa é a Vida.
E esta certeza não se fundamenta sobre simples raciocínios humanos, mas sobre um dado histórico: Jesus Cristo, crucificado e sepultado, ressuscitou.
E Jesus ressuscitou para que também nós, acreditando n’Ele, possamos ter a vida eterna, porque Deus, autor e sustentador da vida, Ele mesmo vida eterna, não podia deixar os seus mortos para sempre no túmulo.
Desde a alvorada de Páscoa de Cristo, Ele mesmo vive em nós, e, n’Ele, podemos já saborear a alegria da vida eterna.
Domingo de Ramos
Uma semana antes da Sua morte, Jesus entra festivamente em Jerusalém. Nesse dia, o povo aclamou-O nas ruas, agitando ramos de palmeira e oliveira e gritando «Hossana ao filho de David».
Hossana quer dizer «salvé».
Tal como naquele tempo, hoje o gesto de erguer e acenar com os ramos é um reconhecimento de que Jesus é o Rei e o Messias.
O Domingo de Ramos inaugura a Semana Santa.
Ceia
Na Quinta-Feira Santa relembra-se a última ceia de Cristo com Seus discípulos.
Nela, Jesus instituiu a Eucaristia, isto é, o pão e o vinho passaram a simbolizar o Seu corpo e o Seu sangue.
Naquela ceia, Jesus também constituiu os apóstolos como sacerdotes da nova relação (religião) com Deus, dizendo-lhes: «Fazei isto em memória de Mim.»
A Cruz e o cordeiro
A cruz é o grande símbolo da Sexta-Feira Santa.
Foi o meio da morte de Jesus, mas passou a ser o emblema da salvação que Ele trouxe com a Sua paixão.
Em muitas imagens, aparece um cordeiro na cruz. Ele simboliza Cristo.
«Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi imolado», escreveu o apóstolo Paulo aos habitantes de Corinto (1Cor 5, 7).
A Páscoa dos judeus, memorial da libertação da escravidão do Egipto, previa o rito da imolação de um cordeiro por família.
Na sua paixão e morte, Jesus revela-Se como o Cordeiro de Deus imolado para tirar os pecados do mundo.
A grande vigília
No Sábado Santo celebra-se Vigília Pascal.
Nela há vários símbolos.
O primeiro é o Círio Pascal. Trata-se de uma vela grande e grossa.
Acende-se pela primeira vez neste dia, e representa Cristo, que disse: «Eu sou a luz do mundo!»
Na vela estão a primeira e a última letras do abecedário grego – o alfa e o ómega –, que se referem também a Cristo, que afirmou: «Eu sou o princípio e o fim.»
No círio constam, ainda, os quatro algarismos do ano em curso, para lembrar a presença viva de Jesus, todos os dias.
Segue-se o símbolo da água.
É depositada na pia batismal e abençoada; depois, asperge-se com ela os fiéis.
A água é sinal do Batismo, que não é um banho, mas assinala o novo nascimento para a família de Deus, a Igreja.
Alude também à vitória sobre a morte: com Cristo, atravessamos o mar da morte – alusão à passagem do mar Vermelho pelo povo de Israel a sair da escravatura no Egipto – sem ficar lá.
E a água, que é garantia da vida, diz também que o Batismo é como uma nascente que alimenta a vida.
O ato de salpicar os fiéis com essa água quer dizer que os batizados são fontes de água viva para os demais.
Segue-se a leitura da Bíblia. Proclamam-se nove excertos, contando a História da Salvação.
A cada texto corresponde o canto de um poema sagrado, o salmo.
Antes da última leitura, entoa-se o Aleluia, que não se cantou durante a Quaresma.
Significa «Louvem!»; é um grande elogio.
O Aleluia é o cântico novo dos ressuscitados, porque a mão salvadora de Deus ressuscitou Jesus, livrou-O da morte e assegura-nos a mesma sorte.
As vestes brancas
No Domingo de Páscoa, solenidade da ressurreição de Jesus, toda a Igreja está em festa.
Também o templo, que é embelezado com flores abundantes.
As vestes do sacerdote são brancas.
São símbolo de alegria e de paz (não de um fantasma).
E o mais importante deste dia é o anúncio da ressurreição de Jesus na proclamação das leituras.
De facto, o que acontece para além da morte é uma das questões que mais angustia cada pessoa.
A este enigma, a Páscoa responde que a morte não tem a última palavra, porque no fim quem triunfa é a Vida.
E esta certeza não se fundamenta sobre simples raciocínios humanos, mas sobre um dado histórico: Jesus Cristo, crucificado e sepultado, ressuscitou.
E Jesus ressuscitou para que também nós, acreditando n’Ele, possamos ter a vida eterna, porque Deus, autor e sustentador da vida, Ele mesmo vida eterna, não podia deixar os seus mortos para sempre no túmulo.
Desde a alvorada de Páscoa de Cristo, Ele mesmo vive em nós, e, n’Ele, podemos já saborear a alegria da vida eterna.
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