sexta-feira, 29 de abril de 2011

Actividades para os Domingos que seguem à Páscoa



II Domingo da Páscoa (João 20, 19-31)




III Domingo da Páscoa (Lucas 24, 13-35)




IV Domingo da Páscoa (João 10, 1-10)




V Domingo da Páscoa (João 14, 1-12)




VI Domingo da Páscoa (João 14, 15-21)




Ascensão do Senhor (Mateus 28, 16-20




Pentecostes (João 20, 19-23)




segunda-feira, 25 de abril de 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Análise médica e científica da Paixão de Cristo



Pelos testemunhos e pelos dados que foi possível encontrar, Cristo media 1.83 metros, tinha um corpo forte e musculosos, era moreno, tinha olhos escuros, cabelos pretos e abundante. O nariz era grande, tipicamente judeu, lábios carnudos e pesava 85 quilos.
A sua discrição encaixa-se perfeitamente na definição atlética, que corresponde a um carácter equilibrado e enérgico, com movimentos lentos e tranquilos. Caracteriza-se ainda pela perseverança e sobriedade mas capaz, as vezes, de movimentos impulsivos.

Jejuar durante 40 dias

A primeira coisa que nos chama atenção, apesar de ser muito anterior à Paixão propriamente dita, é a possibilidade de um jejum tão prolongado, como se diz, de (40 dias e 40 noites).
Neste aspecto registou-se alguma polémica. Alguns cientistas são de opinião que seria necessária alguma intervenção sobrenatural para que fosse possível sobreviver a um jejum tão prolongado. Contudo, os médicos acreditam que esse jejum atinge as margens do possível.
Segundo uma ordem lógica, a abstinência continuada produz fome e sede, sensação dolorosa, desfalecimento, debilidade muscular e frio. E, se o jejum se prolongar, pode advir mesmo a morte. A destruição começa pela gordura, passando depois aos órgãos mais complexos, às reservas, músculos e, por último, ao sangue. Ossos e sistema nervoso, por serem os menos oxidáveis, são os que menos peso perdem.
Contudo, o jejum modifica o metabolismo. Está demonstrado que o consumo orgânico diminui a abstinência. Ou seja, quanto mais se prolonga a abstinência menor é o consumo das reservas próprias do indevido e menor é o metabolismo. É como se o corpo desse um sinal de alarme, indicando que há uma escassez e que por isso é necessário utilizar o máximo de energia possível. (O emagrecimento por jejum é espectacular no inicio, mas em fases posteriores é muito lento).
Alem disso, não se pode esquecer que o numero 40 era um número simbólico e muito utilizado naqueles tempos. Moisés e Elias contam-nos que também jejuaram durante 40 dias e 40 noites. O Dilúvio também durou 40 dias e 40 noites. Talvez os 40 dias de jejum de Jesus não tenham sido 40 dias tal como imaginamos. Podemos pensar que era mais uma frase feita.
Em todo o caso, foram realizados estudos que podíamos denominar “jejuadores profissionais”. A conclusão a que chegamos é que Cristo teve de reduzir ao máximo a sua actividade durante esse tempo para que o seu consumo fosse o mínimo possível.
Relativamente ao êxtase de que se fala, poderá existir uma relação com o jejum prolongado ou com a redução do metabolismo.
Em qualquer caso, é possível fazer-se um jejum prolongado.

É possível soar sangue?

Um dos problemas que chamou a atenção foi o suor de sangue. Dizem: “ cheio de angústia chorava com insistência e suou grossas gotas de sangue que corriam para a terra”.
A ciência médica não enjeita a possibilidade de uma transpiração sanguínea. Não seria uma transpiração como tal, mas partículas meio coaguladas, tanto no rosto como noutras partes do corpo. É um fenómeno dominado hematose.
Isto acontece nos casos de forte tensão e angustia, quando há uma vasodilatação muito intensa dos capilares subcutâneos. Distendidos ao máximo pelo efeito da angustia, medo ou um forte sofrimento moral, podem romper-se e entrar em contacto com as glândulas sudoriparas. O sangue mistura-se com o suor e a sua saída para o exterior realiza-se através dos poros.
Não é fácil que isto aconteça, mas poderá ter uma explicação científica.

A coroa de espinhos

Outros dos temas abordados pela ciência foi o da coroa de espinhos. O primeiro problema que se colocou foi saber de que material era feita. Uns afirmam que se tratam de espinhos grossos e outros de espinhos finos.
De qualquer forma, tanto num caso como no outro, teria como consequência uma forte hemorragia devido à perfuração dos vasos que rodeiam a cabeça. Além disso, a perfuração dos tecidos finos que existem entre a pele e a caixa craniana produz uma forte inflamação com uma dor muito intensa.

A flagelação

Como é sabido, Cristo foi atado a uma coluna para receber o clássico castigo das 40 chicotadas. Segundo todas as discrições, o flagelo era uma espécie d chicote curto que tinha nas extremidades bolas de chumbo. Eram às vezes utilizados flagelos de três correias para aplicar o castigo dos 39 golpes. Tudo parece indicar que Jesus recebeu 80 golpes – 80 feridas – que corresponderiam às 40 chicotadas.
Segundo todos os indícios, os seus músculos teriam ficado praticamente destruídos. Além disso, pode imaginar-se a grande perda de sangue resultante dos cortes na pele.
A flagelação, segundo o costume da época, tinha três objectivos:
o castigo em si, obter confissões do réu ou de uma terceira pessoa, deixar o penoso em condições físicas tais que tornassem impossível uma rebelião ou sublevação violenta. a flagelação parece ter provocado uma serie de lesões nos músculos toráxicos.

As quedas

Foi nesse estado – músculos desfeitos, coroa de espinhos, hemorragias – que começou o caminho do Calvário.
As quedas são, assim, absolutamente normais e reais. É, além disso, possível que dado o seu estado físico se receasse pela sua vida antes de consumar o sacrifício da cruz. Daí a presença de Cirineu, que o terá ajudado a levar a cruz, por vontade própria ou por ordem dos pretorianos.
Tudo indica que, no caminho para o calvário, Cristo tenha transportado somente o pau transversal da cruz. Segundo a tradição, o pau vertical estaria já colocado no local do suplício. Cálculos realizados concluíram que o pau transversal pesava cerca de 45 quilos. No estado em que se encontrava, e transportando esse pau, supõe-se que as quedas terão ocorrido directamente sobre os joelhos.

A cruz

Apesar de toda a iconografia conhecida das representações, tudo indica que Cristo não teve nenhum apoio nos pés e que foi cravado directamente nos troncos. Não se sabe ao certo se os pregos atravessavam as palmas das mãos. A lógica diz que, a ser assim, ter-se-ia verificado um dilaceramento quase imediato das mesmas. Tudo parece indicar que foi cravado nos pulsos. Daí a contracção dos dedos polegares para dentro. (Os que acreditam na autenticidade da Semana Santa destacam que é por isso que só são visíveis quatro dedos em cada mão).

A lança

A ferida no costado parece ter sido feita depois de morto. Chamou-nos especial atenção o facto de se dizer que a ferida terá deitado sangue e água.
Muitos supõem que o liquido misturado com o sangue poderia resultar de um derrame pleural, apesar de não parecer possível que Cristo sofresse de uma pleurisia nos últimos anos, tendo em conta a sua constante actividade. Alguns chegaram mesmo a adiantar a hipótese de se tratar de um quisto hidático. Não obstante parece mais possível tratar-se de uma efusão pleural motivada pelas contorções na parede toraxica durante a crucificação e pelos sofrimentos e agonia.

Médico Ramon Sanchez-Ocaña

terça-feira, 19 de abril de 2011

Semana Santa... (sugestões e actividades)

A Última Ceia






Jesus Lava os Pés aos Seus Discípulos






Oração no Monte das Oliveiras




Judas Trai Jesus




Jesus Perante o Sinédrio




Pedro nega Jesus




Pilatos Lava as Mãos




Jesus Coroado de Espinhos




Jesus é açoitado




Jesus Carrega a Cruz




Jesus é Pregado na Cruz




Jesus Despede-se da Sua Mãe




Jesus Morre na Cruz





Negrito
Jesus é Sepultado





Quinta feira Santa




Sexta-feira Santa




Sabado Santo - 1 e 2





domingo, 17 de abril de 2011

Rezar em família durante a semana Santa



Segunda-feira
Graças, Senhor, por Ti mesmo.
Graças, Senhor, pela tua presença.
Graças, Senhor pelo teu amor.

Terça-feira
Recria-nos, Senhor Jesus,
Recria-nos no amor.
Que o teu perdão e a tua bondade
Façam possível a luz e a paz.

Quarta-feira
Como é difícil sair,
Sair de tudo o que nos rodeia e atrai.
Só em ti há liberdade, é que somos livres.
Liberta-nos, Senhor, no amor.

Quinta-feira
Senhor, Jesus, Tu estás onde a vida está pronta a quebrar-se
E estás sempre a favor da vida.
Faz, Senhor, possível a vida.

Sexta-feira
Diz-me onde vives,
Mestre onde vives?
Onde, Senhor,
Devo eu procurar-te?
Indica-me o caminho.
Que seja possível eu encontrá-lo.

Sábado
Sem o silêncio
Não é possível escutar-te, Senhor,
Agora que permaneces no silêncio
Que o meu coração escute o Teu silêncio
E seja possível eu estar onde tu estás.

sábado, 16 de abril de 2011

Domingo de Ramos ano A



A Semana Santa começa no Domingo de Ramos ou da Paixão do Senhor, que celebra em simultâneo o triunfo real de Cristo e o anúncio da Paixão.
A partir de hoje acompanhamos Cristo a caminho da entrega total de si mesmo, aclamado por uma multidão pela qual vai dar a vida. É uma multidão volúvel, tão pronta a aclamá-Lo Rei como a gritar pela sua morte. Ele porém, não muda. O seu amor é sempre um amor de entrega e de acolhimento da vontade do seu Pai.

Evangelho de S. Mateus 26, 14-27,66 ou 27, 11-54


Meditar
O amor é a possibilidade de tudo. Sem ele nada é possível, só o amor é a possibilidade do impossível se fazer possível. Com a morte de Jesus, Aquele que antes tinha sido acolhido festivamente na cidade de David, todos pensaram que tudo agora tinha findado, tudo agora se tinha fechado, tudo agora se tinha ausentado: até Deus. E assim foi sentido por Jesus. Ser este Jesus o Messias, o salvador, seria algo impossível: ser este Jesus um santo, seria impossível. Mas há uma outra possibilidade: a de Deus. O amor tudo faz possível e é possível o amor a todos. Sim, Jesus é possível.

A semana Santa começa em festa. Todos se alegram com a presença de Jesus. Aplaudem-n’O como Messias, salvador. Muitos esperam que Ele Se assuma como um guerreiro que derrotará os romanos. Mas Jesus chega montado num burrinho, sinal de paz e simplicidade.
Às vezes, Jesus á diferente da ideia que fazemos d’Ele.

Oração
Festas e aplausos para ti, Jesus.
Tu vens ao nosso encontro e trazes grandes notícias.
Há ramos que se agitam para Te louvar.
Tu mudas a nossa vida e nos trazes alegria.
Vem, Jesus, entra na nossa cidade e na nossa vida.
Traz a tua presença e a tua Palavra. Vem para que haja esperança e luz em todas as casas.
Vem para que haja amor e perdão em todos os corações.



... … Palavras Importantes do Evangelho … …

Hossana – É um grito, uma aclamação de louvor. Era usada quando as pessoas estavam muito contentes e queriam homenagear a causa da sua alegria.

Filho de David – Era um dos títulos do Messias. O Messias, enviado por Deus, seria descendente do grande rei David.

Jumentinho – Jesus não entra em Jerusalém como um rei poderoso, montado num cavalo de guerra. Ele usa um meio pobre, um burro. Vem como um simples amigo dos pequenos e dos pobres.