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sexta-feira, 22 de março de 2013

Domingo de Ramos

Lc 19, 28-40

Se eles se calarem, as pedras gritarão!

É de bom tom dizer-se crente…
Desde que não se leve a fé muito a sério.
É politicamente correcto admirar Jesus…
Mas já não convém reconhecê-lo, com as palavras e com a vida, como Filho de Deus.
E, contudo… são cada vez mais os que levantam a voz para aclamar Jesus como Salvador!



Oração

Quero a coragem de gritar o meu louvor!
Quero trazer para a praça pública as maravilhas que fizeste na minha vida.
Quero dizer a todos que Tu me libertaste.
Quero que a minha vida seja testemunho da tua bondade em mim.



 
 
 

 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 15 de março de 2013

5º Domingo da Quaresma; A Mulher Pecadora

Jo 8, 1-11

Nem Eu te condeno. Vai e não voltes a pecar.

De um lado está a lógica do pecado e do outro está Jesus.
De um lado estão os acusadores e a mulher.
De outro, em nome de Deus, está Jesus.
Eles com pedras nas mãos.
Ela com o coração desnorteado.
A todos Jesus oferece uma mensagem nova, uma forma diferente de lidar com os erros, um perdão que a todos abraça.



Oração

Tu, Jesus, não permites que o mal, o pecado, a culpa tenham a última palavra.
A todos, Tu nos oferecer uma estrada nova que podemos percorrer na tua companhia.
















sábado, 9 de março de 2013

4º Domingo da Quaresma; O Filho Pródigo

Lc 15, 1-3.11-32

Pôs-se a caminho e foi ter com o pai.

A Quaresma traz-nos dois desafios.
O primeiro é o da qualidade: não nos resignarmos a uma vida mesquinha.
O segundo é a esperança: acreditar ainda que no fim do caminho estará um Pai de braços abertos e coração cheio de amor para nós.


Oração

Tu bem sabes, ó Deus do perdão generoso,
como é difícil deixar para trás os laços que me prendem,
os hábitos entranhados,
o desamor feito rotina…
Mas o teu apelo me pôs a caminho e sei que em Ti encontrarei luz,
festa e alegria. E sei que em Ti me reencontrarei.
















sábado, 2 de março de 2013

3º Domingo da Quaresma; A Figueira Estéril

Lc 13, 1-9

Talvez venha a dar frutos

Enquanto houver um resto de esperança, Deus não desiste de nós.
Mas está nas nossas mãos a responsabilidade de viver uma vida digna, uma vida com frutos, uma vida com sentido.


Oração

Eu bem sei que a minha vida anda seca.
As minhas palavras são amargas e não tenho sido boa companhia para ninguém.
Onde, se não em Ti Senhor, poderei encontrar a alegria de viver?
Onde aprenderei de novo a dar frutos de alegria?






sábado, 23 de fevereiro de 2013

2º Domingo da Quaresma; A Transfiguração de Jesus

Lc 9, 28b-36

Mestre como é bom estarmos aqui!

Para muitos que se dizem cristãos, Deus é apenas uma ideia vaga.
Uma peça da mobília que não incomoda.

Não estará na hora de correr o risco de aceitar Deus como Alguém vivo?
Que tem coisas importantes para nos dizer?



Oração
Como é bom estar aqui em oração.
E acolher a tua proximidade.
E descobrir que és um Deus de ternura.
E deixar-me guiar pelo teu Evangelho.



 

 
 
 
 
 
 
 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

1º Domingo da Quaresma; Tentações de Jesus

Lc 4, 1-13

Durante quarenta dias esteve no deserto, conduzido pelo Espírito e foi tentado pelo diabo.

Porque é que Jesus foi ao deserto?
Para se isolar?
Para fugir?

NÃO.

Jesus vem ao deserto para rezar.
Para enfrentar o conflito e a tentação.
Para tomar maior consciência de Si mesmo e da presença de Deus na sua vida.


Oração
Vou contigo, Jesus,
ao deserto da minha vida.
Em Ti encontrei a fonte
que mata a sede de felicidade.
O abrigo que protege do calor.
A luz que guia na escuridão.
A tristeza na alegria.
O apoio no desânimo.










 
 
 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Domingo de Ramos B





Evangelho S. Marcos 14,1-15,47

Depois de terem escarnecido d’Ele, tiraram-lhe o manto de púrpura e devolveram-lhe as suas roupas, e depois levaram para fora, para ser crucificado.
Conduziram Jesus ao Gólgota, que quer dizer “lugar do crânio”, e ofereceram-lhe vinho misturado com mirra, mas Ele não quis beber.
Eram nove da manhã quando O crucificaram. E o letreiro onde estava inscrito o motivo da condenação dizia: Rei dos Judeus.
Com Ele crucificaram também dois ladroes, um à Sua direita e outro à Sua esquerda.





As palavras do Evangelho

Jumentinho
- Jesus não entra em Jerusalém como um rei conquistador num cavalo.
Utiliza o meio de transporte dum pobre, um burro.
Quer mostrar que vem como um homem do povo, como um amigo dos pequenos e dos pobres.
A sua entrada na capital não é uma parada militar, mas uma festa popular.









quarta-feira, 21 de março de 2012

5º domingo da Quaresma B





Evangelho S. João 12, 20-33.

Naquele tempo, alguns gregos que tinham vindo a Jerusalém para adorar nos dias da festa, foram ter com Filipe, de Betsaida da Galileia, e fizeram-lhe este pedido:
«Senhor, nós queríamos ver Jesus».
Filipe foi dizê-lo a André; e então André e Filipe foram dizê-lo a Jesus.
Jesus respondeu-lhes:
«Chegou a hora em que o Filho do homem vai ser glorificado.
Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto.
Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem despreza a sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna.
Se alguém Me quiser servir, que Me siga, e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo.
E se alguém Me servir, meu Pai o honrará.
Agora a minha alma está perturbada.
E que hei-de dizer?
Pai, salva-Me desta hora?
Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora.
Pai, glorifica o teu nome» …




As palavras do Evangelho

André
- É o irmão de Simão Pedro. Como ele, era pescador de profissão.
Habitava nas margens do lago Tiberíades.
Fazia parte dos primeiros discípulos chamados a seguir Jesus.

A hora
- No seu Evangelho, Jesus fala muitas vezes da sua hora.
Diz primeiramente que a sua hora ainda não chegou.
Agora, ela chegou.
É a hora da sua morte.
Mas também da sua vitória sobre a morte.

Que me siga
- Seguir Jesus não é apenas ir atrás dele como uma ovelha atrás de um pastor. É agir como ele para que haja mais paz, amizade e alegria à nossa volta e no mundo.








quarta-feira, 14 de março de 2012

4º domingo da Quaresma B





Evangelho S. João 3, 14-21

Por aqueles dias, disse Jesus a Nicodemos:
«Assim como Moisés elevou a serpente no deserto, também o Filho do homem será elevado, para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna. Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não morra, mas tenha a vida eterna. Porque Deus não enviou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. Quem acredita n’Ele não é condenado, mas quem não acredita já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus.
E a causa da condenação é esta: a luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque eram más as suas obras. Todo aquele que pratica más ações odeia a luz e não se aproxima dela, para que as suas obras não sejam denunciadas. Mas quem pratica a verdade aproxima-se da luz, para que as suas obras sejam manifestas, pois são feitas em Deus.




As palavras do Evangelho

Luz
- Jesus vem ao nosso mundo como uma luz.
Ilumina a nossa vida.
Ilumina o caminho dos homens.
Convida-nos a caminhar na luz e na amizade.

Trevas
- As trevas opõem-se à luz, como a noite ao dia.
As trevas fazem pensar no mal, no egoísmo, nos corações fechados.
Acontece sermos tentados a viver nas trevas. Mas o caminho da luz permanece sempre aberto.

Obras
- As obras são as minhas ações.
Se faço o mal por querer, se sou egoísta, as minhas obras são más.
Se partilho, se ajudo, se acolho os pobres, as minhas obras são boas.
Atuo segundo a verdade.
Ando na luz.








quarta-feira, 7 de março de 2012

3º domingo da Quaresma B





Evangelho S. João 2, 13-25.

Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém.
Encontrou no templo os vendedores de bois, de ovelhas e de pombas e os cambistas sentados nas bancas.
Fez então um chicote de cordas e expulsou-os a todos do templo, com as ovelhas e os bois; deitou por terra o dinheiro dos cambistas e derrubou-lhes as mesas; e disse aos que vendiam pombas:
«Tirai tudo isto daqui; não façais da casa de meu Pai casa de comércio».
Os discípulos recordaram-se do que estava escrito:
«O zelo pela Tua casa devora-me».
Então os judeus perguntaram-lhe:
«Que sinal nos dás para poderes fazer isto?», ao qual Jesus respondeu:
«Destruí este Templo e em três dias Eu o reconstruirei».
Era do Templo do Seu próprio corpo que Jesus falava.




As palavras do Evangelho

Subiu a Jerusalém
- Jerusalém e o Templo estão situados numa montanha.
Três vezes por ano, os judeus vão aí em peregrinação.
Na Páscoa, no Pentecostes e na festa das Tendas sobem a Jerusalém.

A casa do Pai
- Para os crentes do tempo de Jesus, o Templo era a morada de Deus.
Para Jesus, é a casa de Deus, seu Pai.
Mas para muitas pessoas, o Templo tornou-se num lugar de comércio, numa espécie de feira de animais.

Devora-me
- No Templo Jesus irrita-se. Expulsa os comerciantes e os banqueiros.
Esta acção violenta deixa os amigos de Jesus espantados.
Mas ele recorda-lhes uma frase do salmo cantado no Templo: «Devora-me o zelo pela tua casa».
Com esta atitude, Jesus toma uma atitude que o conduzirá à morte.








quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

2º domingo da Quaresma B





Evangelho S. Marcos 9, 2-10

Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com ele para um lugar retirado num alto monte e transfigurou-se diante dele.
As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia assim branquear.
Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus.
Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas; uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias».
Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados.
Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra e da nuvem fez-se ouvir uma voz: «Este é o meu Filho muito amado, Escutai-o».
De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles…




As palavras do Evangelho

Um lugar retirado
- Muitas pessoas seguem Jesus. Também os seus amigos. Por vezes, precisava de parar para reflectir e rezar. Como nós. Vai para um lugar retirado, um lugar tranquilo, longe da multidão, numa alta montanha.

Transfigurou-se
- Na montanha, os amigos de Jesus descobrem por um instante o seu verdadeiro rosto. O rosto do Filho de Deus. É para eles como uma luz. Mas esvaiu-se depressa. É preciso descer a montanha para continuar a marcha.

Uma voz
- Na montanha, os amigos de Jesus começaram a compreender quem é ele verdadeiramente. Não se encontrava sozinho. Deus ajudou-os por meio de uma voz misteriosa.








quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

1ª semana da Quaresma B




Evangelho S. Marcos 1,12-15

Por aqueles dias, o Espírito impeliu Jesus para o deserto e Ele ficou lá quarenta dias, tentado por Satanás, rodeado de feras e servido pelos anjos.
Depois de João ser preso, Jesus foi para a Galileia pregar o Evangelho de Deus, e dizia: “Completou-se o tempo e o Reino de Deus está perto; arrependei-vos e acreditai no Evangelho”.



As palavras do Evangelho

Quarenta
– Quarenta dias é um tempo bastante longo.
Antes de começar a sua acção, Jesus retira-se quarenta dias para o deserto.
A quaresma dura também 40 dias. É um tempo de reflexão, de oração e de decisão.

Satanás
- Jesus é levado pelo Espírito para o deserto.
É tentado por Satanás, o espírito do mal.
Como nós, deve escolher entre o bem e o mal.

Preso
- Muitas pessoas reuniam-se à volta de João Baptista, o rei Herodes tem medo. Temendo uma revolta popular, manda prender João Baptista.
Jesus toma uma decisão. Começa a anunciar a Boa Nova.